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Um servidor federal da UFC apresenta quadro de depressão grave. Segundo o Manual de Perícia Oficial em Saúde do Servidor, a perícia para concessão de licença deve:
Em relação ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) e à vacinação ocupacional, a vacina que deve ser obrigatoriamente ofertada e registrada no PCMSO para trabalhadores de saúde (NR32) é:
Marina,68 anos, portadora de carcinoma de pulmão metastático, encontra-se em seguimento pela equipe de Saúde da Família. Nos últimos meses, apresentou piora progressiva da dispneia e inapetência, permanecendo grande parte do tempo acamada. A filha, cuidadora principal, relata dificuldade para lidar com a angústia diante do sofrimento da mãe e pergunta sobre a possibilidade de iniciar oxigenoterapia contínua “para aliviar o sofrimento e prolongar a vida”. Ao exame, Marina encontra-se consciente, hipocorada, hidratada, FR = 24 irpm, saturação de O₂ = 93% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído difusamente. Não há sinais de insuficiência respiratória aguda.
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Lima, residente em uma comunidade com baixa adesão a exames preventivos, vulnerabilidade socioeconômica e barreiras de acesso a serviços de saúde.
A família é composta por:
• Mãe (42 anos): hipertensa e com histórico familiar de câncer de mama (tia materna diagnosticada aos 45 anos);
• Filha adolescente (16 anos): sem fatores de risco significativos;
• Avó (67 anos): sobrevivente de câncer de mama tratado há 10 anos;
• Tia (38 anos): obesa e tabagista.
Durante visitas domiciliares e consultas de rotina, a equipe identifica:
• Dificuldades de adesão a exames de rastreamento por medo, desinformação e distância do serviço;
• Necessidade de educação em saúde adaptada e participativa;
• Desejo da família de participar ativamente das decisões sobre prevenção e cuidados.
Considerando MCCP, abordagem familiar, EPS, coordenação multiprofissional e vigilância em saúde, qual a conduta mais adequada pela equipe?
A família é composta por:
• Mãe (42 anos): hipertensa e com histórico familiar de câncer de mama (tia materna diagnosticada aos 45 anos);
• Filha adolescente (16 anos): sem fatores de risco significativos;
• Avó (67 anos): sobrevivente de câncer de mama tratado há 10 anos;
• Tia (38 anos): obesa e tabagista.
Durante visitas domiciliares e consultas de rotina, a equipe identifica:
• Dificuldades de adesão a exames de rastreamento por medo, desinformação e distância do serviço;
• Necessidade de educação em saúde adaptada e participativa;
• Desejo da família de participar ativamente das decisões sobre prevenção e cuidados.
Considerando MCCP, abordagem familiar, EPS, coordenação multiprofissional e vigilância em saúde, qual a conduta mais adequada pela equipe?
Uma mulher de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde com queixa de disúria, polaciúria e urgência miccional há 48 horas. Nega febre, dor lombar ou náuseas. Refere episódio semelhante há cerca de 2 anos, tratado com antibiótico, sem complicações. Antecedentes: sem comorbidades, não gestante, sem uso recente de antibióticos. Ao exame físico, afebril, sem dor à palpação lombar. Exame ginecológico sem alterações.
Considerando as melhores evidências clínicas e diretrizes atuais, qual a conduta mais adequada?
Considerando as melhores evidências clínicas e diretrizes atuais, qual a conduta mais adequada?