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O Sr. José da Silva,50 anos, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando queimação no estômago (pirose) após refeições e ao se deitar. Relata que apresenta gosto amargo na boca ao acordar e episódios de regurgitação durante o dia. O paciente possui sobrepeso, alimentação rica em frituras e café, além de relatar consumo ocasional de bebidas alcoólicas e foi diagnosticado com Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE).
A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- O tratamento dessa doença deve ser realizado apenas com pastilhas antiácidas.
II- Essa doença pode provocar a esofagite.
III- Os 2 fármacos inibidores da bomba de prótons são mais eficazes do que os antagonistas dos receptores H2.
IV- O melhor tratamento para essa doença é com ranitidina.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- O tratamento dessa doença deve ser realizado apenas com pastilhas antiácidas.
II- Essa doença pode provocar a esofagite.
III- Os 2 fármacos inibidores da bomba de prótons são mais eficazes do que os antagonistas dos receptores H2.
IV- O melhor tratamento para essa doença é com ranitidina.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,72 anos, portador de doença renal crônica estádio V em acompanhamento ambulatorial regular com diretivas documentadas em prontuário médico de não iniciar terapia renal substitutiva, é internado com quadro de hemorragia digestiva alta. No momento da internação, o paciente reafirmou que “prefere morrer a realizar hemodiálise”. Endoscopia digestiva alta evidenciou úlcera duodenal com sinais de sangramento ativo, tendo recebido tratamento endoscópico e farmacológico apropriado. Hoje, no quarto dia de internação, evolui com piora da azotemia e confusão mental.
Qual é a conduta correta?
Paciente do sexo masculino,72 anos, portador de doença renal crônica estádio V em acompanhamento ambulatorial regular com diretivas documentadas em prontuário médico de não iniciar terapia renal substitutiva, é internado com quadro de hemorragia digestiva alta. No momento da internação, o paciente reafirmou que “prefere morrer a realizar hemodiálise”. Endoscopia digestiva alta evidenciou úlcera duodenal com sinais de sangramento ativo, tendo recebido tratamento endoscópico e farmacológico apropriado. Hoje, no quarto dia de internação, evolui com piora da azotemia e confusão mental.
Qual é a conduta correta?
Leia o caso e analise a imagem a seguir.
Paciente do sexo masculino,68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:
Qual é o tratamento indicado neste momento?
Paciente do sexo masculino,68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:
Qual é o tratamento indicado neste momento?
Leia o caso e analise a imagem a seguir.
Paciente do sexo masculino,82 anos, com histórico de declínio cognitivo progressivo há 4 anos (com perda de independência para atividades instrumentais da vida diária), é trazido à unidade de pronto-atendimento com quadro de lentificação psicomotora acentuada, prostração e recusa alimentar de início há 36 horas. Familiares relatam que o paciente passou a apresentar alguns períodos de confusão mental, nos quais emite frases desconexas e não reconhece familiares próximos. Negam febre, trauma ou agitação psicomotora. Ao exame físico: regular estado geral, hidratado, letárgico, pressão arterial de 115x65 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm, frequência respiratória de 26 ipm, ausculta com estertores em base direita, temperatura de 37,3ºC, saturação periférica de oxigênio de 90% em ar ambiente, pupilas isofotorreagentes, sem sinais meníngeos ou déficits focais. Exames complementares evidenciaram: ureia 78 mg/dL, creatinina 1,4 mg/dL, sódio 132 mEq/L, potássio 3,6 mEq/L. Gasometria arterial: pH 7,46; pCO2 29 mmHg; pO2 60 mmHg; bicarbonato 20 mEq/L. Tomografia de crânio sem contraste evidenciou redução volumétrica encefálica difusa, manifestada pelo alargamento dos sulcos corticais e cisternas da base, com relativo predomínio nas regiões temporoparietais. Sinais discretos de microangiopatia degenerativa crônica periventricular; ausência de lesões expansivas, coleções hemorrágicas extra-axiais ou infartos.
Radiografia de tórax realizada demonstrou a seguinte imagem:
Qual é a conduta indicada?
Paciente do sexo masculino,82 anos, com histórico de declínio cognitivo progressivo há 4 anos (com perda de independência para atividades instrumentais da vida diária), é trazido à unidade de pronto-atendimento com quadro de lentificação psicomotora acentuada, prostração e recusa alimentar de início há 36 horas. Familiares relatam que o paciente passou a apresentar alguns períodos de confusão mental, nos quais emite frases desconexas e não reconhece familiares próximos. Negam febre, trauma ou agitação psicomotora. Ao exame físico: regular estado geral, hidratado, letárgico, pressão arterial de 115x65 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm, frequência respiratória de 26 ipm, ausculta com estertores em base direita, temperatura de 37,3ºC, saturação periférica de oxigênio de 90% em ar ambiente, pupilas isofotorreagentes, sem sinais meníngeos ou déficits focais. Exames complementares evidenciaram: ureia 78 mg/dL, creatinina 1,4 mg/dL, sódio 132 mEq/L, potássio 3,6 mEq/L. Gasometria arterial: pH 7,46; pCO2 29 mmHg; pO2 60 mmHg; bicarbonato 20 mEq/L. Tomografia de crânio sem contraste evidenciou redução volumétrica encefálica difusa, manifestada pelo alargamento dos sulcos corticais e cisternas da base, com relativo predomínio nas regiões temporoparietais. Sinais discretos de microangiopatia degenerativa crônica periventricular; ausência de lesões expansivas, coleções hemorrágicas extra-axiais ou infartos.
Radiografia de tórax realizada demonstrou a seguinte imagem:
Qual é a conduta indicada?
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino,63 anos, trazido ao departamento de emergência com perda de força muscular no lado direito do corpo acompanhado de “dificuldade para falar” há 4 horas. Antecedente de hipertensão arterial e tabagismo. Nega histórico de diabetes mellitus, trauma crânio-encefálico ou acidente vascular cerebral prévio. Faz uso regular de anlodipina e hidroclorotiazida. Nega uso de quaisquer outros medicamentos. Ao exame físico: regular estado geral, pressão arterial de 160x90 mmHg em ambos os membros superiores, frequência cardíaca de 84 bpm, frequência respiratória de 16 ipm. Força muscular grau 0 em membro superior direito, e grau 1 em membro inferior direito; paralisia facial central à direita; e afasia global. Glicemia capilar de 159 mg/dL. Tomografia de crânio sem contraste sem sinais de hemorragia intracraniana.
Qual conduta está indicada neste momento?
Paciente do sexo masculino,63 anos, trazido ao departamento de emergência com perda de força muscular no lado direito do corpo acompanhado de “dificuldade para falar” há 4 horas. Antecedente de hipertensão arterial e tabagismo. Nega histórico de diabetes mellitus, trauma crânio-encefálico ou acidente vascular cerebral prévio. Faz uso regular de anlodipina e hidroclorotiazida. Nega uso de quaisquer outros medicamentos. Ao exame físico: regular estado geral, pressão arterial de 160x90 mmHg em ambos os membros superiores, frequência cardíaca de 84 bpm, frequência respiratória de 16 ipm. Força muscular grau 0 em membro superior direito, e grau 1 em membro inferior direito; paralisia facial central à direita; e afasia global. Glicemia capilar de 159 mg/dL. Tomografia de crânio sem contraste sem sinais de hemorragia intracraniana.
Qual conduta está indicada neste momento?