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Sobre o pensamento de Kant, fala-se de filosofia crítica e de filosofia transcendental: “(...) ‘transcendental’ porque a teoria do conhecimento não poderia tratar de objetos particulares, mas da necessidade lógica e das condições universais do conhecimento enquanto tal.”
(REIS, J. C. A Crítica Histórica Da Razão: Dilthey Versus Kant. In: Memória, Identidade e Historiografia. Textos de história. vol.10,1 /2,2002, p.162 - adaptado).
Quanto às razões do seu caráter crítico, assinale a alternativa que descreve corretamente.
(REIS, J. C. A Crítica Histórica Da Razão: Dilthey Versus Kant. In: Memória, Identidade e Historiografia. Textos de história. vol.10,1 /2,2002, p.162 - adaptado).
Quanto às razões do seu caráter crítico, assinale a alternativa que descreve corretamente.
“[...] nelas li não com estas mesmas palavras, mas provado com muitos e numerosos argumentos, que no princípio era o Verbum e o Verbum estava em Deus e Deus era o Verbum: no princípio este existia em Deus; todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada seria criado; o que foi feito, nele é a vida, e a vida era a luz dos homens; a luz brilha nas trevas, e as trevas não a compreenderam; a alma do homem, ainda que testemunhe a Luz, não é, porém, a própria Luz, mas o Verbum próprio de Deus, que é a luz verdadeira que ilumina todo homem que vem a este mundo.”
(AGOSTINHO. Confissões. XII – IX.13).
É conhecida a influência da filosofia pagã e da religião gnóstica nas obras da juventude de Agostinho. Das alternativas abaixo, assinale aquela que representa mais propriamente o alvo da crítica do Bispo de Hipona no trecho citado das Confissões.
(AGOSTINHO. Confissões. XII – IX.13).
É conhecida a influência da filosofia pagã e da religião gnóstica nas obras da juventude de Agostinho. Das alternativas abaixo, assinale aquela que representa mais propriamente o alvo da crítica do Bispo de Hipona no trecho citado das Confissões.
Disciplina:
Filosofia
A ideia de Justiça é cara às sociedades contemporâneas ocidentais. Sua abordagem pode ser feita com ênfase nas reflexões sobre o indivíduo, ou priorizar o papel da comunidade. Assim, coloca-se em debate em que medida a Justiça pode se expressar na preservação da liberdade individual ou na construção de uma vida social bem sucedida. Este é um dos pontos que permeiam as discussões entre liberais e comunitaristas.
(SOUZA, P. B. O pensamento comunitarista e sua visão crítica ao liberalismo político. Disponível em: www.publicadireito. com.br/artigos/?cod=fb6e7c396949fea1. Acesso: em 01 jul 2022.)
No campo do debate contemporâneo entre liberalismo e comunitarismo, o que se apresenta como crítica dos comunitaristas ao liberalismo?
(SOUZA, P. B. O pensamento comunitarista e sua visão crítica ao liberalismo político. Disponível em: www.publicadireito. com.br/artigos/?cod=fb6e7c396949fea1. Acesso: em 01 jul 2022.)
No campo do debate contemporâneo entre liberalismo e comunitarismo, o que se apresenta como crítica dos comunitaristas ao liberalismo?
Disciplina:
Filosofia
John Locke, no Segundo tratado sobre o governo civil (1690), apresenta sua tese quanto ao que considera como autoridade e governo legítimos a partir de dois elementos principais, a lei natural e o consentimento dos indivíduos. Segundo o filósofo, a autoridade e o governo legítimos
Disciplina:
Filosofia
O homem nasceu, como já foi provado, com um direito à liberdade perfeita e em pleno gozo de todos os direitos e privilégios da lei da natureza, assim como qualquer outro homem ou grupo de homens na terra; a natureza lhe proporciona, então, não somente o poder de preservar aquilo que lhe pertence – ou seja, sua vida, sua liberdade, seus bens – contra as depredações e as tentativas de outros homens, mas de julgar e punir as infrações daquela lei em outros, quando ele está convencido que a ofensa merece, e até com a morte, em crimes em que ele considera que a atrocidade a justifica.
(LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo civil: ensaio sobre a origem, os limites e os fins verdadeiros do governo civil. Petrópolis, RJ: Vozes,1994, p.132).
John Locke, em sua teoria do contrato social, formula a concepção do Estado liberal, de tal modo que este parece, desde o princípio, ser justo e legítimo, uma vez que ______________. Complete a assertiva.
(LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo civil: ensaio sobre a origem, os limites e os fins verdadeiros do governo civil. Petrópolis, RJ: Vozes,1994, p.132).
John Locke, em sua teoria do contrato social, formula a concepção do Estado liberal, de tal modo que este parece, desde o princípio, ser justo e legítimo, uma vez que ______________. Complete a assertiva.