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Homem, 62 anos de idade, com histórico de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, foi recentemente internado devido a infarto agudo do miocárdio de parede inferior, tratado com sucesso por intervenção coronariana percutânea primária. Ficou internado por 14 dias para controle sintomático. Neste período, a família notou o surgimento de tremores simétricos em repouso, predominantemente em membros superiores, associados à lentificação dos movimentos e dificuldade de marcha, com piora progressiva ao longo dos dias. Ao exame neurológico, o paciente apresentava rigidez em “roda denteada” em ambos os membros superiores, bradicinesia e tremor de repouso bilateral, mais proeminente nos membros superiores, com frequência de 4-6 Hz. A velocidade da marcha encontrava-se reduzida, com passos curtos e redução do balanço passivo dos membros superiores. Assinale a alternativa que apresenta a medicação mais provavelmente associada ao surgimento desses sintomas no caso descrito. 
Homem, 73 anos de idade, com antecedente de insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida e hipertensão arterial sistêmica. Internado por descompensação da insuficiência cardíaca por má adesão. Após 8 dias de internação hospitalar, intercorreu com febre, tosse produtiva, taquicardia e pressão arterial média limítrofe.
• Exames laboratoriais: Hb: 14,2 mg/dL Leucócitos: 9.200/mm3 Plaquetas: 184 mil/mm3 Cr: 0,9 mg/dL
Hemocultura com identificação de Staphylococcus epidermidis em frasco aeróbio após 22h, frasco anaeróbio e outro par de hemocultura seguem negativos. Assinale a alternativa que apresenta a antibioticoterapia mais pertinente para o caso apresentado. 
Mulher, 28 anos de idade, saudável, com gestação prévia sem intercorrências, procura atendimento ginecológico para iniciar o uso de contracepção hormonal combinada. Ela não possui história pessoal ou familiar de trombose venosa profunda, tromboembolia pulmonar ou complicações gestacionais. Soube por amigos do risco de trombose relacionado ao uso desse tipo de contraceptivo e solicita a realização de exames para pesquisa de trombofilias hereditárias antes de iniciar o método. A tabela de prevalência de trombofilias hereditárias é apresentada a seguir:

Prevalência de Trombofilias Hereditárias e Risco de Trombembolismo Associado ao Uso de Contraceptivo Oral Imagem associada para resolução da questão * As prevalências populacionais variam conforme a região geográfica.
Com base nas evidências disponíveis na tabela e o risco de tromboembolia em usuárias de contraceptivos orais, qual é o melhor aconselhamento neste caso?
Homem, 43 anos de idade, possui antecedentes de diabetes melito tipo 2 e sobrepeso. Comparece em consulta para seguimento de controle glicêmico. Marido do paciente refere ronco esporádico em noites após ingestão de álcool e nega pausas respiratórias. Paciente nega sonolência diurna ou cefaleia. Foi realizada aferição de pressão arterial na triagem, que identificou valor de 148×92 mmHg. Qual deve ser o próximo passo na avaliação da pressão arterial em consultório?
Mulher, 35 anos de idade, previamente hígida, procura o ambulatório. Há 3 meses, queixa-se de calafrios ocorrendo 3 vezes por semana, além de prurido generalizado, sem melhora com uso de hidratantes. Relata edema facial leve ao despertar, com melhora ao longo do dia. Notou gânglio aumentado à direita e passou em odontologista que atribuiu a um procedimento feito no mês anterior. Ao exame clínico, apresentou PA de 113×66 mmHg, FC de 112 bpm, temperatura de 37,1 ºC, FR de 18 irpm, SpO2 de 97% em ar ambiente. Linfonodo cervical direito aumentado, firme, indolor, não aderido, medindo cerca de 2,5 cm. Turgência jugular discreta. Sem sinais de congestão pulmonar ou derrame pleural. Ausência de estertores ou sibilos. Abdome flácido, indolor, sem visceromegalias. Assinale a alternativa que apresenta a conduta apropriada neste momento.