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Em 1900, a administração começou a ser tratada como ciência, com estudos e pesquisas sistemáticas. Um dos pioneiros, considerado o 'pai da administração', observou a necessidade de otimizar o processo produtivo nas indústrias que cresciam rapidamente. Ele propôs a análise de tempos e movimentos para redesenhar as tarefas de forma racional, visando aumentar a eficiência e a produtividade, o que resultou na criação de métodos como a linha de montagem.
Um gestor de uma pequena fábrica de móveis em Cunha Porã (SC) observou que a produção de cadeiras estava lenta e com muitos defeitos, gerando insatisfação nos clientes e prejuízos. Ele decidiu investigar o processo produtivo, percebendo que os operários se moviam excessivamente para buscar materiais e ferramentas, o que atrasava o trabalho e aumentava o cansaço. Essa situação remete a um período histórico da administração onde a busca por eficiência produtiva levou à análise detalhada das tarefas.
Um líder de equipe em uma empresa de tecnologia percebeu que, apesar de ter um cronograma detalhado para o desenvolvimento de um novo software, a comunicação entre os desenvolvedores estava falha, gerando retrabalho e atrasos. Ele decidiu organizar reuniões diárias curtas, onde cada membro da equipe compartilharia o que fez no dia anterior, o que fará no dia atual e quais obstáculos está enfrentando. Essa iniciativa visa melhorar o fluxo de informações e a coordenação das atividades.
Um servidor público do município de Cunha Porã, ao analisar um processo de contratação para a aquisição de materiais de escritório, deparou-se com a necessidade de aplicar a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos, Lei nº 14.133/2021. Ele tem dúvidas sobre quais entidades estão sujeitas às normas gerais de licitação e contratação estabelecidas por essa lei. Diante disso, assinale a alternativa que descreve corretamente o alcance da referida lei.
Um prefeito municipal de uma cidade do interior catarinense, ao planejar a construção de uma nova escola, firmou um contrato com uma construtora sem a devida realização de licitação, alegando urgência na obra para atender à demanda educacional. Posteriormente, descobriu-se que a urgência era apenas aparente e que o processo licitatório poderia ter sido realizado. A construtora, por sua vez, executou a obra com defeitos significativos. Nesse cenário, qual a consequência jurídica para o município em relação aos danos causados pela obra defeituosa e pela contratação irregular?