Questões de Concurso
Filtrar
311 Questões de concurso encontradas
Página 2 de 63
Questões por página:
Questões por página:
Em uma aula de Filosofia, o professor propõe aos estudantes a
análise da afirmação de Jean-Jacques Rousseau: “O homem nasce
bom, mas a sociedade o corrompe”. Para ilustrar essa ideia,
utiliza a obra A Revolução dos Bichos, de George Orwell,
destacando que os animais, ao assumirem o poder na granja,
passaram a modificar os mandamentos criados inicialmente para
reger a igualdade entre todos. A cada novo episódio, as regras
eram alteradas em benefício dos que ocupavam o comando,
revelando um processo progressivo de distorção ética e política.
Por que a trama apresentada na obra utilizada pelo docente permite ilustrar a frase de Rousseau discutida na atividade?
Por que a trama apresentada na obra utilizada pelo docente permite ilustrar a frase de Rousseau discutida na atividade?
Analisando a obra filosófica de John Stuart Mill, Elizabeth
Balbachevsky esclarece: “Com Mill, o liberalismo despe-
-se de seu ranço conservador, defensor do voto censitário e da cidadania restrita, para incorporar em sua agenda todo um elenco de reformas que vão desde o voto
universal até a emancipação da mulher. Na obra de Mill
podemos acompanhar um esforço articulado e coerente
para enquadrar e responder as demandas do movimento
operário inglês”.
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Dessa forma, como indicado no excerto, a obra de Stuart Mill expressa
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Dessa forma, como indicado no excerto, a obra de Stuart Mill expressa
Em coletânea organizada por Francisco Weffort, intitulada Os clássicos da política, J. A. Guilhon Albuquerque
esclarece que, para Montesquieu: “Tal como é possível
estabelecer as leis que regem os corpos físicos a partir
das relações entre massa e movimento, também as leis
que regem os costumes e as instituições são relações
que derivam da natureza das coisas. Mas aqui se trata de massa e movimento de outra ordem, a massa e o
movimento próprios da política, que poderiam corresponder, se precisássemos levar adiante a metáfora, a quem
exerce o poder e como ele é exercido.
(In: Weffort. 2006. Adaptado)
Ao estabelecer esse paralelo entre leis naturais e leis políticas, Montesquieu está dialogando com
(In: Weffort. 2006. Adaptado)
Ao estabelecer esse paralelo entre leis naturais e leis políticas, Montesquieu está dialogando com
No capítulo intitulado John Locke e o individualismo
liberal, Leonel Itaussu Almeida Mello afirma:
“Para John Locke o estado de natureza era um estado de relativa paz, concórdia e harmonia. Nesse estado pacífico, os seres humanos já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade na acepção tradicional, em sentido estrito, significava especificamente a posse de bens móveis ou imóveis.”
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
John Locke também propôs uma acepção geral da noção de “propriedade” referindo-se
“Para John Locke o estado de natureza era um estado de relativa paz, concórdia e harmonia. Nesse estado pacífico, os seres humanos já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade na acepção tradicional, em sentido estrito, significava especificamente a posse de bens móveis ou imóveis.”
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
John Locke também propôs uma acepção geral da noção de “propriedade” referindo-se
Na coletânea intitulada Os clássicos da política, Renato
Janine Ribeiro aponta que a concepção de estado de
natureza do ser humano é fundamental para compreender o pensamento de Thomas Hobbes: “Todo ser humano
é opaco aos olhos de seu semelhante – eu não sei o que
o outro deseja, e por isso tenho que fazer uma suposição
de qual será a sua atitude mais prudente. Como ele também não sabe o que quero, também é forçado a supor o
que farei”.
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Devido à opacidade intrínseca do ser humano, Hobbes defende que
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Devido à opacidade intrínseca do ser humano, Hobbes defende que