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Em carta dirigida a F. Vettori, Maquiavel escreve: “Minha
missão é falar sobre o Estado”. Este trecho da carta revela sua “predestinação” inarredável: falar sobre o Estado.
De fato, sua preocupação em todas as suas obras é o
Estado. Não o melhor Estado, aquele tantas vezes imaginado, mas que nunca existiu. Mas o Estado real, capaz
de impor a ordem. Maquiavel rejeita a tradição idealista
de Platão, Aristóteles e Tomás de Aquino e segue a trilha inaugurada pelos historiadores antigos, como Tácito,
Políbio e Tito Lívio. Seu ponto de partida e de chegada é
a realidade concreta.
(Sadek, M. T. In: Weffort, 2006. Adaptado)
Maria Tereza Sadek indica que, em suas obras, Maquiavel enfatiza
(Sadek, M. T. In: Weffort, 2006. Adaptado)
Maria Tereza Sadek indica que, em suas obras, Maquiavel enfatiza
Maria Tereza Sadek, na obra organizada por Francisco
Weffort Os clássicos da política, explica que: “o maquiavelismo serve a todos os ódios, metamorfoseia-se de
acordo com os acontecimentos, já que pode ser apropriado por todos os envolvidos em disputa. É uma forma de desqualificar o inimigo, apresentando-o sempre
como a encarnação do mal. Personificando a imoralidade, o jogo sujo e sem escrúpulos, o “maquiavelismo”,
ou melhor, o “antimaquiavelismo” tornou-se mais forte
do que Maquiavel.”
(Sadek, M.T.In: Welfort, 2006. Adaptado)
Ressalta Maria Tereza Sadek que, efetivamente, o chamado “antimaquiavelismo” é concebido como
(Sadek, M.T.In: Welfort, 2006. Adaptado)
Ressalta Maria Tereza Sadek que, efetivamente, o chamado “antimaquiavelismo” é concebido como
Em Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a
Wittgenstein, Danilo Marcondes explica que: “Marx não
foi estritamente um filósofo, embora tenha uma obra
filosófica importante; sua filosofia, bem como suas ideias
revolucionárias, foram forças teóricas e políticas fundamentais do séc. XX. Historiador, cientista político, sociólogo, economista, jornalista, ativista político e revolucionário, além de filósofo” (2010. Adaptado).
Segundo Danilo Marcondes (2010), Marx concebia sua própria obra como
Segundo Danilo Marcondes (2010), Marx concebia sua própria obra como
Na obra Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e
Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e
Márcia Gardênia M. de Oliveira afirmam que: “Partindo
da concepção de um estado de natureza onde não existiriam desigualdades, e tampouco moralidade, o genebrino Jean-Jacques Rousseau (1712–1778), ao mesmo
tempo que prolonga a tradição contratualista do Seiscentos, modifica o conteúdo e o sentido do chamado ‘pacto
social’, o qual, ao fazer surgir o poder da lei, legitimou a
desigualdade, a injusta distribuição da propriedade e da
riqueza, e também a submissão, a violência, os roubos,
a usurpação e todo tipo de abusos”.
Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é
Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é
Considerando a interpretação filosófica dos
acontecimentos humanos e naturais e sua vinculação à
ação moral e política, assinale a alternativa correta.