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Mulher de 40 anos, infectada com HIV (contagem de linfócitos CD4+ de 45 cel/mm3), não realiza tratamento antirretroviral, é internada com dispneia progressiva, tosse seca, e febre há 2 semanas.
Ao exame físico está taquipneica, SatO2 de 88% em ar ambiente. Radiografia de tórax mostra infiltrado intersticial bilateral difuso peri-hilar simétrico (“asa de borboleta”), com tomografia computadorizada de tórax confirmando vidro fosco homogêneo.
Com suspeita de pneumocistose (PCP), iniciou-se sulfametoxazoltrimetoprima em dose alta.
seguinte medida terapêutica é mandatória associar Devido à hipoxemia, é mandatório associar a seguinte medida terapêutica: 
Menina, 2 anos, inicia na madrugada tosse metálica, respiração ruidosa e desconforto respiratório, e é levada imediatamente à emergência. Nega quadro gripal prévio ou febre associada.
Ao exame, apresenta-se assustada, com tosse semelhante a um latido de cachorro e estridor à ausculta.
Diante do quadro, a principal hipótese diagnóstica é 
Pré-escolar, com 3 anos, sexo feminino, dependente de oxigenioterapia desde um episódio de bronquiolite viral aguda aos sete meses, com internação por 20 dias em UTI. Após a alta, manteve sibilância persistente, necessitando de internação por mais três vezes por causa respiratória. Dosagem do cloro no suor: 28 mEq/L. Nasceu com 37 semanas, peso de nascimento de 2800 g.
Exame físico: peso = 12 kg, comprimento = 90 cm; FR = 36 IRPM, tiragem intercostal baixa, sibilos e estertores grossos difusos. Ecocardiograma: normal. TC de tórax: em ambos os pulmões, áreas de atenuação em mosaico alternando com áreas de parênquima normal, com espessamento das paredes brônquicas e bronquiectasias cilíndricas bilaterais. Nas imagens em expiração, observam-se áreas compatíveis com aprisionamento aéreo. Não são vistas consolidações parenquimatosas ou massas.
O diagnóstico mais provável é 
A pleura é um sítio comum de metástases. Os mesoteliomas pleurais são neoplasias primárias que podem apresentar morfologia epitelioide, representando importante diagnóstico diferencial dos carcinomas metastáticos. Estudo imunohistoquímico pode ser crucial para estabelecer esse diagnóstico diferencial. Considerando sua sensibilidade e especificidade, são marcadores mesoteliais:
Você recebeu para revisão biópsia de nódulo pulmonar solitário de 2 cm em paciente assintomático com hipótese diagnóstica de tuberculose pulmonar.
O exame microscópico revelava processo inflamatório crônico granulomatoso e ocasionais estruturas redondas grandes, esféricas, de parede espessa com duplo contorno, birrefringente e núcleo basofílico. A coloração especial pela técnica de impregnação pela prata metenamina de Grocott-Gomori realçou a parede espessa das estruturas descritas na coloração pela Hematoxilina e Eosina.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é