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Durante tratamento de amidalite com amoxicilina, um adolescente apresentou placas urticariformes difusas, com necessidade de atendimento na emergência.
Após tratamento da urticária, a orientação correta é:
Uma jovem de 21 anos dá entrada na emergência com quadro de edema labial intenso, dor abdominal moderada, lúcida, orientada e normotensa.
Refere que já teve crises anteriores semelhantes e que o tratamento habitual para urticária/angioedema não é efetivo, já que é portadora de angioedema hereditário tipo 1.
Das drogas abaixo, a que deve ser utilizada no momento é:

Uma menina de 4 anos, branca, natural do RJ, foi levada pelos pais a um serviço de pediatria apresentando placas eritematosas, não pruriginosas, de tamanhos variados, espalhadas principalmente pelos membros inferiores. Após 24 horas, as lesões progrediram e a criança passou a apresentar febre aferida de 37,8 °C, quando então foi internada para investigação diagnóstica. Na ocasião da internação, a menor encontrava-se com estado geral regular, discretamente hipocorada (+/4), hidratada, eupneica, acianótica, anictérica, com lesões maculopapulosas eritematosas, petéquias e equimoses disseminadas pelos membros, chegando até as regiões plantares. Apresentava, também, dores, com sinais de flogose, nos punhos e tornozelos, dificultando a movimentação no leito. Os pais informaram que, cerca de dez dias antes do início dos sintomas, a menina havia apresentado um quadro de resfriado, com coriza, tosse e febre baixa, tendo melhorado espontaneamente, sem tratamento. No hospital, a criança foi medicada com analgésicos, e os exames laboratoriais revelaram leucocitose, com discreto desvio para a esquerda, aumentos da proteína C reativa e da LDH, coagulograma dentro dos limites da normalidade e EAS sem alterações. Nos três dias subsequentes à internação, a paciente piorou das dores e do quadro cutâneo, tendo sido iniciado o tratamento com corticosteroide. No sétimo dia da internação, já havia sinais nítidos da melhora clínica, com a criança voltando a deambular, ainda que com alguma dificuldade.


No décimo segundo dia, a criança recebeu alta hospitalar para acompanhamento ambulatorial. HPP: Saudável até a internação, com o calendário de vacinas em dia.



Informações adicionais:


Criança nascida de parto normal, 38 semanas, 2320 g, estatura 47 cm, PC 35 cm, Apgar 9 e 10. Desenvolvimento psicomotor normal. 


HGPN: mãe G2P2A0, 6 consultas no pré-natal, nega o uso de medicamentos, fumo ou drogas ilícitas. 


H. Familiar: pais não consanguíneos. Mãe com história de hipertensão arterial leve e diabetes gestacional também leve.



A melhor hipótese diagnóstica e o mecanismo fisiopatológico envolvidos no caso clínico acima são, respectivamente: 

Cerca de três semanas após começar a fazer uso de um novo par de sandálias de dedo, uma paciente procurou a assistência médica apresentando lesões eritemato-vesiculares, muito pruriginosas, nos pontos de contato das sandálias com a pele do dorso dos pés. 


Imagem associada para resolução da questão


Com base nesse relato, é correto afirmar que a reação de hipersensibilidade envolvida é do tipo: 

Das imunodeficiências abaixo, aquela que representa a melhor hipótese diagnóstica para uma criança de 4 anos, HIV negativo, com história de encefalite e outras infecções recorrentes por vírus da família herpesviridae é a: