Filtrar


Questões por página:

Homem de 45 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, comparece ao ambulatório de Pneumologia por crises frequentes de dispneia, tosse seca noturna e sibilância nos últimos dois meses. Relata uso regular de budesonida/formoterol 12/400 mcg na forma de pó inalatório, duas vezes ao dia, e salbutamol inalatório conforme demanda, até três vezes por semana. Refere três episódios de exacerbação nos últimos seis meses, um deles necessitando corticosteroide oral.


Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, sem sibilos no momento. Espirometria mostra VEF? de 68% do previsto, com relação VEF?/CVF reduzida. Prova broncodilatadora positiva.



Diante do quadro, a abordagem mais adequada é

Uma mulher de 43 anos, com diagnóstico de miastenia gravis há três anos, foi internada para investigação de dispneia. A doença havia sido caracterizada como generalizada, com altos títulos de anticorpos contra o receptor de acetilcolina (AChR). Após tratamento adequado e melhora clínica, uma massa mediastinal foi identificada na tomografia computadorizada, com suspeita de timoma. A paciente evoluía bem, em uso de piridostigmina e corticosteroide oral.


Considerando a situação clínica apresentada, a conduta mais apropriada é 

Os anti-histamínicos H1 desempenham papel fundamental no tratamento da Rinite Alérgica (RA), sendo divididos em duas grandes classes: os de primeira geração, que atravessam a barreira hematoencefálica (BHE) e possuem ação sedativa significativa, e os de segunda ou terceira geração, que apresentam menor penetração no sistema nervoso central, com reduzido efeito sedativo. Em casos de RA com obstrução nasal, pode-se associar anti-H1 a descongestionantes orais para potencializar o alívio sintomático. Considerando o contexto apresentado, assinale a alternativa que apresenta a associação entre um anti-histamínico H1 de segunda geração e um descongestionante oral. 
O principal mecanismo etiopatogênico envolvido na pneumonia de hipersensibilidade é a
O registro detalhado de eventos infecciosos e o histórico médico são fundamentais para diferenciar imunodeficiências primárias de condições alérgicas, permitindo intervenções precoces e eficazes. Acerca desse tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O registro minucioso de eventos infecciosos, incluindo frequência e resposta a terapias, ajuda a identificar padrões sugestivos de imunodeficiências ou alergias.
(__) Manter prontuários detalhados com laudos e sorologias favorece o reconhecimento precoce de condições graves e direciona intervenções específicas.
(__) Infecções bacterianas repetitivas da mesma etiologia são mais comuns em quadros alérgicos do que em imunodeficiências primárias.
(__) A identificação precoce de imunodeficiências primárias permite intervenções como reposição de imunoglobulinas, prevenindo complicações graves e hospitalizações.

A sequência está correta em: