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Um serviço de transplante de rim solicita a um hospital de referência em Hematologia que realize plasmaférese terapêutica em um paciente transplantado que desenvolveu rejeição aguda após receber o rim.
O serviço de referência pede mais dados para decidir se efetuará o procedimento.

Um dado necessário para confirmar que há indicação da plasmaférese terapêutica nesse paciente é 
Uma criança de 8 anos abre um quadro de infecção respiratória, diagnosticado como de pneumonia atípica; cerca de três dias depois, apresenta anemia intensa (dosagem de hemoglobina: 6 g/dL, VCM: 104 fL, contagem de reticulócitos: 450.000/µL).
O pediatra solicita um teste de Coombs direto, cujo resultado é mostrado na imagem abaixo (em que a sigla ctl significa “controle”):

Imagem associada para resolução da questão

O laboratório testa também o soro da criança contra hemácias comerciais do grupo O, provenientes de adultos, e contra hemácias do grupo O obtidas de sangue de cordão umbilical. O soro da criança aglutina apenas as hemácias provenientes dos adultos.
Esse conjunto de sinais e sintomas, associados ao resultados dos exames de laboratório, levam à conclusão de que a anemia hemolítica autoimune foi causada por: 
Menino, 18 meses, apresenta pneumonias e otites de repetição desde os 9 meses de vida e três episódios de giardíase. Além disso, foi internado com encefalite por enterovírus com 12 meses. Ao exame encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal abaixo do z-score – 2. Não se visualiza as amígdalas em orofaringe. A dosagem sérica das imunoglobulinas (IgA, IgG, IgM e IgE) estão muito reduzidas. A IgG contra sarampo, tétano e hepatite B são negativas.

Considerando o quadro em questão, a hipótese diagnóstica mais provável é
A hipogamaglobulinemia (ou redução dos níveis de imunoglobulinas séricas) pode ser uma condição transitória ou permanente, congênita ou adquirida. As imunodeficiências primárias, recentemente denominadas erros inatos da imunidade (EII) constituem um diagnóstico diferencial importante em pacientes com hipogamaglobulinemia, especialmente em lactentes, constituindo um sinal de alerta. Sobre a avaliação de hipogamaglobulinemia no lactente, é correto afirmar que
Uma paciente de 26 anos de idade, sem antecedentes de infecção grave na infância, apresenta diagnóstico tomográfico de bronquiectasias cilíndricas bilaterais com predomínio nos lobos superiores. Relata episódios recorrentes de sinusite crônica e diarreia crônica com fezes gordurosas (esteatorreia) desde a adolescência. Diante do padrão de distribuição das lesões pulmonares e dos sintomas extrapulmonares associados, o exame inicial padrão ouro indicado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é