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Um paciente de 48 anos apresenta rinossinusite crônica com pólipos nasais (RSCcPN) associada à doença respiratória exacerbada por aspirina® e anti-inflamatórios não esteroidais (DREA), com recidivas após múltiplas cirurgias endoscópicas e uso adequado de corticosteroides tópicos e sistêmicos. Durante a discussão terapêutica, o residente afirma corretamente que um dos imunobiológicos disponíveis atua bloqueando a subunidade alfa do receptor da interleucina 4 (IL-4R?), inibindo simultaneamente as vias da IL-4 e da IL-13, fundamentais na inflamação do tipo 2.

Essa descrição corresponde ao seguinte imunobiológico:
Uma mulher de 48 anos refere rinorreia aquosa e obstrução nasal há aproximadamente cinco anos. Os sintomas são precipitados por mudanças bruscas de temperatura, perfumes, fumaça de cigarro, bebidas alcoólicas e situações de estresse emocional. Nega piora após exposição a ácaros, pólen, cães ou gatos. Relata raros episódios de espirros e ausência de prurido ocular ou nasal. Os testes cutâneos para aeroalérgenos e a IgE específica são negativos.

Assinale a afirmativa que descreve mais corretamente essa condição.
Um homem de 27 anos apresenta rinite alérgica persistente moderada a grave. Refere obstrução nasal intensa, espirros frequentes, rinorreia aquosa e prurido nasal há vários meses, com importante impacto na qualidade do sono. Nunca recebeu tratamento específico.

Considerando as evidências atuais e as recomendações dos consensos internacionais, a melhor opção terapêutica inicial em monoterapia é indicar
Um paciente de 52 anos apresenta rinossinusite crônica com pólipos nasais, asma de difícil controle e história de broncoespasmo após uso de ácido acetilsalicílico. Apesar de cirurgia endoscópica prévia e uso regular de corticosteroide nasal, permanece com obstrução nasal intensa, anosmia e recorrência precoce dos pólipos.

Segundo o EPOS 2020, a característica desse paciente que favorece a indicação de terapia biológica é a
Uma paciente de 34 anos, portadora de asma grave não controlada (técnica adequada de manuseio do mecanismo inalatório) usa corticoide inalatório em alta dose associado a LABA + LAMA.
Mesmo com o tratamento administrado, ela apresentou, nos últimos 12 meses, três exacerbações tratadas com corticosteroide oral.
Exames laboratoriais mostram: IgE total de 180 UI/mL, eosinófilos sanguíneos de 450 células/mL e teste cutâneo (prick test) positivo para poeira domiciliar.

Com o objetivo de iniciar uma terapia biológica alvo com base fenótipo inflamatório predominante, o imunobiológico mais adequado, pela diretriz vigente, é