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Um adolescente de 15 anos foi levado ao ambulatório de alergia
apresentando episódios recorrentes de tosse seca, sibilância,
dispneia e sensação de aperto torácico há aproximadamente dois
anos. Os sintomas ocorreram principalmente durante a
madrugada, após exercício físico e durante infecções virais das
vias aéreas superiores, com melhora espontânea ou após uso
eventual de salbutamol inalatório. Entre os episódios,
permanecia assintomático. Havia também história de rinite
alérgica persistente e mãe asmática.
Ao exame físico, o menino encontrava-se em bom estado geral, afebril, com frequência respiratória de 18 irpm, frequência cardíaca de 76 bpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. A ausculta pulmonar foi normal.
Foram realizados os seguintes exames:
Espirometria basal: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF?): 78% do previsto; relação VEF?/capacidade vital forçada (CVF): 0,70 (VR: >0,80 para a idade). Após broncodilatador: aumento do VEF? de 16% e 360 mL em relação ao valor basal. Fração exalada de óxido nítrico (FeNO): 56 ppb.
Escarro induzido com 9% de eosinófilos.
Eosinófilos sanguíneos: 610 células/mm³ (VR: <300 células/mm³).
Imunoglobulina E total (IgE): 420 UI/mL (VR: < 100 UI/mL).
De acordo com as recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA) 2026, assinale a afirmativa que interpreta mais corretamente esses achados.
Ao exame físico, o menino encontrava-se em bom estado geral, afebril, com frequência respiratória de 18 irpm, frequência cardíaca de 76 bpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. A ausculta pulmonar foi normal.
Foram realizados os seguintes exames:
Espirometria basal: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF?): 78% do previsto; relação VEF?/capacidade vital forçada (CVF): 0,70 (VR: >0,80 para a idade). Após broncodilatador: aumento do VEF? de 16% e 360 mL em relação ao valor basal. Fração exalada de óxido nítrico (FeNO): 56 ppb.
Escarro induzido com 9% de eosinófilos.
Eosinófilos sanguíneos: 610 células/mm³ (VR: <300 células/mm³).
Imunoglobulina E total (IgE): 420 UI/mL (VR: < 100 UI/mL).
De acordo com as recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA) 2026, assinale a afirmativa que interpreta mais corretamente esses achados.
Um menino de 6 anos, previamente hígido, foi levado pelos pais
ao pronto-socorro infantil apresentando, há dois dias, lesões
avermelhadas nas pernas, associadas a edema discreto dos pés. A
mãe refere que duas semanas antes, a criança apresentou
quadro de febre baixa, dificuldade para engolir e coriza, com
resolução espontânea. Nas últimas 24 horas, o menor passou a
apresentar dor abdominal difusa, sem vômitos, diarreia ou
sangramento digestivo.
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, afebril, hidratado, pressão arterial de 94/58 mmHg (normal para a idade). Observam-se múltiplas lesões purpúricas palpáveis, simétricas, predominando nas regiões glúteas e faces extensoras dos membros inferiores, que não desapareciam à digitopressão. Havia ainda discreto edema em ambos os pés. O abdome era difusamente à palpação, sem defesa ou sinais de irritação peritoneal.
Os exames laboratoriais mostravam: hemoglobina 12,4 g/dL (VR: 11,5–15,5); leucócitos 13.100/mm³ (VR: 4.500–13.500), com 74% de neutrófilos, 20% de linfócitos e 2% de eosinófilos; plaquetas 386.000/mm³ (VR: 150.000–450.000); velocidade de hemossedimentação 38 mm/h (VR <20); proteína C-reativa 3,1 mg/dL (VR <0,5); creatinina 0,44 mg/dL (VR: 0,3–0,7); ureia 22 mg/dL (VR: 10–40); complemento C3 e C4 normais; EAS com proteína 1+, hemoglobina 2+, 35 hemácias/campo, 4 leucócitos/campo e ausência de cilindros hemáticos; relação proteína/creatinina urinária de 0,42 mg/mg (VR <0,20).
Com base no quadro clínico e laboratorial apresentado, o diagnóstico mais provável é
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, afebril, hidratado, pressão arterial de 94/58 mmHg (normal para a idade). Observam-se múltiplas lesões purpúricas palpáveis, simétricas, predominando nas regiões glúteas e faces extensoras dos membros inferiores, que não desapareciam à digitopressão. Havia ainda discreto edema em ambos os pés. O abdome era difusamente à palpação, sem defesa ou sinais de irritação peritoneal.
Os exames laboratoriais mostravam: hemoglobina 12,4 g/dL (VR: 11,5–15,5); leucócitos 13.100/mm³ (VR: 4.500–13.500), com 74% de neutrófilos, 20% de linfócitos e 2% de eosinófilos; plaquetas 386.000/mm³ (VR: 150.000–450.000); velocidade de hemossedimentação 38 mm/h (VR <20); proteína C-reativa 3,1 mg/dL (VR <0,5); creatinina 0,44 mg/dL (VR: 0,3–0,7); ureia 22 mg/dL (VR: 10–40); complemento C3 e C4 normais; EAS com proteína 1+, hemoglobina 2+, 35 hemácias/campo, 4 leucócitos/campo e ausência de cilindros hemáticos; relação proteína/creatinina urinária de 0,42 mg/mg (VR <0,20).
Com base no quadro clínico e laboratorial apresentado, o diagnóstico mais provável é
Mulher de 27 anos procura atendimento por episódios recorrentes de dispneia, sibilância, tosse seca e sensação de aperto torácico há aproximadamente 1 ano. Os sintomas apresentam intensidade variável, são mais frequentes após corrida ao ar livre e exposição a ar frio e desaparecem completamente entre os episódios. Refere rinite alérgica desde a adolescência. Nega tabagismo e nunca utilizou corticosteroide inalatório.
No momento da avaliação encontra-se assintomática, com SpO? de 98% em ar ambiente e ausculta pulmonar normal.
A espirometria realizada nesse período mostra: CVF: 96% do previsto; VEF1: 94% do previsto; VEF1/CVF: 0,82. Após administração de broncodilatador, ocorre aumento do VEF1 de 5% e 140 mL.
A contagem de eosinófilos no sangue periférico é de 520 células/mm³ e a fração exalada de óxido nítrico, FeNO, é de 52 ppb.
Considerando a hipótese diagnóstica principal e a interpretação conjunta dos achados, a conduta mais apropriada para obter confirmação objetiva do diagnóstico nessa paciente é
No momento da avaliação encontra-se assintomática, com SpO? de 98% em ar ambiente e ausculta pulmonar normal.
A espirometria realizada nesse período mostra: CVF: 96% do previsto; VEF1: 94% do previsto; VEF1/CVF: 0,82. Após administração de broncodilatador, ocorre aumento do VEF1 de 5% e 140 mL.
A contagem de eosinófilos no sangue periférico é de 520 células/mm³ e a fração exalada de óxido nítrico, FeNO, é de 52 ppb.
Considerando a hipótese diagnóstica principal e a interpretação conjunta dos achados, a conduta mais apropriada para obter confirmação objetiva do diagnóstico nessa paciente é
Uma paciente de 79 anos de idade, portadora de hipertensão
arterial sistêmica e diabetes Mellitus tipo 2, é admitida na
unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de febre aferida
em 39,2 oC, dispneia intensa e tosse seca, evoluindo rapidamente
para insuficiência respiratória hipoxêmica aguda, com
necessidade de ventilação mecânica invasiva.
Durante o manejo assistencial, observa-se a eliminação espontânea de um espécime adulto de Ascaris lumbricoides pelas cavidades oral e nasal. A tomografia computadorizada de tórax evidencia infiltrados alveolares e consolidações bilaterais, de caráter migratório e distribuição predominantemente periférica. O hemograma de urgência revela leucocitose moderada acompanhada de eosinofilia absoluta de 2.450 células/mm³.
Considerando a fisiopatologia molecular da resposta imune, responsável pela manifestação pulmonar inicial descrita no cenário clínico (síndrome de Loeffler), a lesão tecidual e o recrutamento celular no parênquima pulmonar decorrem predominantemente de
Durante o manejo assistencial, observa-se a eliminação espontânea de um espécime adulto de Ascaris lumbricoides pelas cavidades oral e nasal. A tomografia computadorizada de tórax evidencia infiltrados alveolares e consolidações bilaterais, de caráter migratório e distribuição predominantemente periférica. O hemograma de urgência revela leucocitose moderada acompanhada de eosinofilia absoluta de 2.450 células/mm³.
Considerando a fisiopatologia molecular da resposta imune, responsável pela manifestação pulmonar inicial descrita no cenário clínico (síndrome de Loeffler), a lesão tecidual e o recrutamento celular no parênquima pulmonar decorrem predominantemente de
Pré-escolar, com 4 anos e 6 meses, é atendido com queixa de dor
abdominal e diarreia. Sua mãe informa ter tido episódios
recorrentes, com identificação de giardia lamblia no exame
parasitológico de fezes. O médico solicita exames para confirmar
sua hipótese diagnóstica.
Assinale a opção que identifica a associação patológica esperada nesse caso.
Assinale a opção que identifica a associação patológica esperada nesse caso.