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Em 30/06/2011, uma entidade adquiriu um carro para utilizar em seus negócios por R$ 50.000,00. No momento da compra, o carro tinha vida econômica de oito anos, no entanto, a entidade pretendia utilizá-lo por seis anos e depois vendê-lo por R$ 8.000,00.

Em 31/12/2014, a administração da entidade observou fatores externos negativos e realizou o teste de recuperabilidade do carro. Nesta avaliação, ela determinou que o valor de uso do carro era de R$ 20.000,00 e o valor de venda de R$ 27.000,00, sendo que, para vender, a entidade precisaria pintar o carro, o que lhe custaria R$ 2.000,00.

O valor contábil do carro, em 01/01/2015, era de
O funcionário João fez um inventário físico de imobilizado. Primeiramente, ele imprimiu um relatório auxiliar com a listagem contendo a descrição e o valor de cada item do imobilizado. Em seguida, verificou que os valores estavam iguais aos saldos do balancete da empresa. Ao tentar identificar fisicamente todos os itens, constatou que faltava um computador. Ao questionar os funcionários do departamento de informática, João descobriu que o computador havia sido levado para o conserto, mas como o custo para voltar a funcionar seria muito alto, o responsável do departamento de informática resolveu descartá-lo.

Os saldos contabilizados em relação ao computador em questão eram

Imobilizado – Computador – R$ 2.000,00
Depreciação acumulada – Computador – R$ 1.300,00

Considerando as práticas contábeis atuais, João deverá efetuar os seguintes lançamentos contábeis
A Companhia Lentidão S.A. adquiriu uma máquina para fabricação de meias para vender junto com os tênis que a empresa já vende. A máquina foi entregue na sede da empresa no dia 05/05/X1. No dia 12/05/X1 a máquina foi instalada e ficou pronta para ser utilizada. Como demorou para chegar a matéria- prima, a máquina só foi utilizada pela primeira vez em 20/05/X1. A produção na capacidade máxima só ocorreu a partir do dia 01/06/X1. As vendas ficaram acima do esperado. Então a administração da empresa, no dia 14/07/X1, decidiu terceirizar a produção e desativar a máquina. A produção do último lote de meias ocorreu no dia 30/07/X1, porém a máquina permaneceu instalada para atender pedidos adicionais até o dia 15/08/X1, quando a administração decidiu que o melhor negócio seria vender a máquina. A máquina permaneceu na empresa até o dia 20/11/X1, quando finalmente foi vendida e a propriedade foi repassada para outra empresa.
Considerando os fatos acima e que a empresa utiliza o critério de período de tempo para estimar a vida útil de seus imobilizados, a data inicial e a data final em que a empresa depreciou o ativo, respectivamente, são
Uma empresa industrial adquiriu uma máquina no mês de abril de 2008, cujo custo total de aquisição foi de R$ 360.000,00. Sabendo-se que a máquina começou a ser utilizada para fabricação dos produtos da empresa no próprio mês de aquisição e que sua vida útil estimada é de dez anos, o valor da despesa de depreciação relativo ao equipamento em questão no ano de 2008 será, em R$,

Pedro Miguel da Silva e Márcio Elias são proprietários de pequena indústria de laticínios e utilizam dois veículos em sua atividade, sendo um, no valor de R$ 15.000,00, em nome da empresa e outro, no valor de R$ 18.000,00, em nome de Pedro Miguel que por ele recebe da empresa o aluguel mensal de R$ 500,00.

A empresa adota estimativa de cinco anos de vida útil para veículos e contabiliza depreciação mensal pelo método linear, embora as condições citadas já perdurem desde o exercício de 2004.

Em 31 de dezembro de 2005, se tiver observado o Princípio Contábil da Entidade, a empresa deverá ter contabilizado no exercício de 2005 despesas de depreciação no valor de