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Concurso:
Universidade Federal Fluminense (UFF)
Disciplina:
Arquitetura
A Arquitetura pode ser compreendida como uma área do conhecimento basicamente criativa, ou seja, ela trata substancialmente de objetos construídos segundo leis e condições que implicam na concepção prévia do objeto, isto é, na sua idealização. Possibilitar o entendimento, por parte dos executores, da imagem mental elaborada pelo arquiteto é fundamental, e por essa razão, no Brasil, a representação técnica exerce uma função muito importante, pois deve seguir normas e parâmetros estabelecidos pela ABNT, - Associação de Normas Técnicas. Dentre as finalidades principais da ABNT, podemos destacar como fundamental:
Concurso:
Prefeitura de Sapezal - MT
Disciplina:
Arquitetura
No tocante à ventilação natural, assinale a opção que indica um efeito das aberturas sob as edificações.
Concurso:
MPE-PE
Disciplina:
Arquitetura
Em passagem pelo Brasil nos anos 1990, o arquiteto inglês Piers Gough, ao citar uma das características que identifica nas obras que alcançam valoração superior, evidenciou a presença, nas mesmas, de um conceito central que organiza o todo e sua relação com o entorno, indo além de uma resposta mecânica aos aspectos técnicos e funcionais do problema. Junto a isso, destacou ainda a consistência com que tal conceito é desenvolvido e levado às últimas consequências por determinados arquitetos, como é o caso de Lina Bo Bardi. Tal conceito, segundo Gough, associa-se diretamente à
Concurso:
MPE-PE
Disciplina:
Arquitetura
A respeito da significativa produção arquitetônica das últimas duas décadas, o arquiteto e crítico Josep Maria Montaner identifica que a importância outorgada aos sentidos, à percepção e à experiência humana associa-se a uma visível aproximação da arquitetura à corrente filosófica da fenomenologia, e que se reflete sobretudo nas obras de
Concurso:
MPE-PE
Disciplina:
Arquitetura
Venturi, Scott Brown e Izenour sustentam que a arquitetura depende, para sua percepção e criação, de experiências passadas e associações emocionais, elementos estes que podem se contradizer em relação à forma, à estrutura, e ao programa do edifício aos quais estão associados. Para demonstrar este raciocínio, descrevem dois tipos de edifícios:
I. aqueles que apresentam os sistemas arquitetônicos de espaço, estrutura e programa que são submersos e distorcidos por uma forma simbólica global.
II. aqueles cujos sistemas de espaço e estrutura estão diretamente a serviço do programa, e o ornamento se aplica sobre estes com independência.
Os autores se referem a estes dois tipos de edifícios como, respectivamente,