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Em cintilografias ósseas com lesões solitárias ou equívocas, a complementação do estudo com a técnica SPECT/CT pode contribuir com informações relevantes.
A cintilografia óssea continua bem indicada nos casos de Gleason > 5, PSA > 15, em pacientes com estadiamento T3 e T4 e naqueles que apresentam dor óssea.
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O acréscimo da técnica SPECT/CT no caso em questão não acrescentaria informações relevantes para o diagnóstico.
A descrição do estudo de inalação pulmonar em conjunto com dados da história da paciente favorece a hipótese de DPOC isolada ou associada.
A angiotomografia, por apresentar valores de sensibilidade e especificidade maiores que os da cintilografia pulmonar, seria o método mais indicado caso a paciente não tivesse se recusado a realizá-lo.