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A reação febril não hemolítica caracteriza-se pela presença de febre (temperatura ? 38 ºC), com aumento de pelo menos 1 ºC em relação ao valor pré-transfusional, e(ou) tremores e calafrios, durante a transfusão ou até quatro horas após, e ausência de outras causas que expliquem a elevação da temperatura. Já na reação por contaminação bacteriana, a elevação da temperatura pode ocorrer durante a transfusão ou até seis horas após.
As reações transfusionais são classificadas como imediatas quando ocorrem durante a transfusão ou até 24 h após seu início.
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O fenótipo Bombay caracteriza-se pela ausência de expressão dos genes ABO. Nos testes pré-transfusionais, este indivíduo normalmente é fenotipado como grupo sanguíneo “O”. Tanto as hemácias de indivíduos do grupo “O” quanto as de indivíduos Bombay apresentam forte reatividade quando testadas com lecitina anti-H.
Em receptores de transfusão com reação negativa para a presença do antígeno D, é recomendada a pesquisa do antígeno D fraco. No caso de não realização do teste, o receptor será considerado como RhD negativo para fins transfusionais. Caso a pesquisa do antígeno D fraco seja realizada e apresente resultado positivo, o receptor será considerado como RhD positivo.
Os testes pré-transfusionais para transfusão de concentrado de hemácias e sangue total englobam, entre outros, as retipagens ABO direta e RhD do componente sanguíneo. A retipagem RhD será realizada somente em bolsas rotuladas como “RhD negativo” e é necessário repetir o teste para pesquisa do antígeno D fraco da bolsa.