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Um paciente de 72 anos, portador de diabetes tipo 2 e insuficiência renal crônica em estágio moderado, comparece à unidade básica de saúde com uma úlcera crônica no segundo pododáctilo do pé esquerdo, que não cicatriza há dois meses. Ele relata dor constante na perna e no pé, mesmo em repouso noturno, que é aliviada apenas com o membro pendente. O exame físico revela palidez do membro, ausência de pulsos distais (pedioso e tibial posterior) e um índice tornozelo-braquial (ITB) de 0,25. Uma angiotomografia recente revelou uma oclusão arterial longa na artéria femoral e perviedade de apenas uma artéria infrapatelar (artéria tibial anterior), com leito distal favorável para revascularização. Com base nas diretrizes de encaminhamento do SUS para urgências vasculares e nas evidências sobre isquemia crítica do membro, qual é a conduta inicial e a subsequente estratégia de revascularização mais bem fundamentada para esse paciente?
Paciente feminina de 47 anos, com linfedema crônico em membro inferior esquerdo pós-trombose venosa profunda extensa, apresenta fibrose cutânea progressiva e episódios recorrentes de celulite. No manejo clínico e cirúrgico, qual das alternativas a seguir apresenta a melhor abordagem para redução do linfedema e prevenção de complicações?
Paciente masculino,54 anos, apresenta púrpura palpável e isquemia digital com dor intensa em dedos das mãos, além de úlceras distais. Seus exames laboratoriais mostram ANCA positivo e elevação de VHS. A angiografia revela irregularidades segmentares no leito arterial digital.
No manejo cirúrgico e clínico, qual é a conduta inicial mais adequada?

Paciente feminina de 58 anos, com hipertensão sistêmica mal controlada há mais de 10 anos, apresenta, em terço inferior da perna esquerda, ulceração única dolorosa, profunda, de bordas irregulares e fundo necrótico. Refere dor desproporcional ao tamanho da lesão e dificuldade crescente na cicatrização, mesmo com tratamento tópico prévio. Ao exame, pulsos distais palpáveis e ausência de sinais clínicos de insuficiência venosa.


A conduta terapêutica inicial mais adequada para essa paciente é

Paciente masculino,72 anos, hipertenso e diabético com relato de claudicação intermitente progressiva e lesão ulcerada em pé direito. Seu exame físico revela pulsos diminuídos e alteração trófica distal. A conduta terapêutica mais apropriada para o manejo desse paciente é