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Homem de 26 anos, vítima de ferimento na coxa por arma branca, foi admitido consciente, estável hemodinamicamente e com síndrome isquêmica do membro inferior. Realizou angiotomografia, que demonstrou transecção extensa da artéria femoral superficial.

Qual é o tratamento correto? 
Considerando um paciente com dissecção aórtica tipo B de Stanford não complicada, assinale a alternativa que apresenta corretamente um fator de risco de evolução desfavorável que indique a necessidade de intervenção.
Paciente com queixa prévia de claudicação para cerca de 100 metros queixa-se do surgimento de lesão ulcerada na face lateral do pé esquerdo há cerca de cinco semanas. O exame físico direcionado aos membros inferiores demonstra pulso femoral facilmente palpável, mas poplíteo e distais não palpáveis bilateralmente. A úlcera tem cerca de 4 cm de diâmetro, com bordas rasas e regulares; o fundo demonstra-se pálido, com pontos de necrose e alguma fibrina, sem exposição de tendões ou ossos.

Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
Paciente com 55 anos, o qual desconhecia comorbidades prévias, deu entrada na unidade de terapia intensiva após ter sido submetido a embolectomia cirúrgica do membro inferior esquerdo, por oclusão arterial aguda no território da artéria femoral comum esquerda, cujos sintomas haviam se iniciado cerca de vinte horas antes. O cirurgião relatou pulsos distais após a cirurgia. Durante o primeiro dia pós-operatório na UTI, o intensivista relatou que o paciente estava afebril, com oligúria, evoluindo com taquidispneia importante; havia aumento de CPK importante, acidose metabólica, sem leucocitose. O membro operado mantinha perfusão adequada e sem tensão à palpação.

Qual é a hipótese diagnóstica correta?
Paciente com 30 anos queixa-se de episódios de dor abdominal, principalmente localizada em flanco esquerdo, varizes na região da vulva e dispareunia profunda, além de episódios de hematúria.

A hipótese diagnóstica mais provável é síndrome de