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Uma mulher de 45 anos apresenta história de doença varicosa com progressão clínica e sintomas recorrentes. Durante a avaliação hemodinâmica pelo ultrassom com Doppler, constata-se refluxo nas veias safenas. O cirurgião vascular planeja tratamento invasivo com supressão dos pontos de refluxo. De acordo com as diretrizes da SBACV, o tempo mínimo de fluxo reverso considerado como critério para definir refluxo venoso na veia femoral comum é: 
O tratamento de veias perfurantes insuficientes é indicado em doença venosa avançada (CEAP C5-C6) para auxiliar na cicatrização e prevenir a recidiva de úlceras. A Laqueação Subfascial Endoscópica (SEPS) e a Ablação Percutânea (PAP) são as técnicas minimamente invasivas preferenciais. Sobre a comparação técnica entre SEPS e PAP:
Um cirurgião vascular avalia paciente com insuficiência venosa crônica classificado como CEAP C3 com edema persistente e sintomas limitantes. O paciente questiona sobre a eficácia do tratamento conservador com medicações venoativas. A droga venoativa que apresenta maior destaque em revisões sistemáticas por sua eficácia na redução do edema é a:
O ecoDoppler é o método de eleição para o diagnóstico e mapeamento da doença venosa crônica, sendo crucial para definir a estratégia terapêutica. A classificação do refluxo no território da grande veia safena (GVS) permite diferenciar padrões hemodinâmicos distintos. Conforme a classificação dos padrões de refluxo da GVS:
A fisiopatologia da Insuficiência Venosa Crônica (IVC) é complexa, envolvendo alterações hemodinâmicas e inflamatórias. A hipertensão venosa e a estase na microcirculação desencadeiam uma cascata celular que leva à progressão da doença, culminando em lipodermatoesclerose e ulceração. Sobre os mecanismos celulares e moleculares da IVC: