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As classificações de Stanford e DeBakey permanecem como referências para caracterizar as diferentes formas anatômicas de dissecção da aorta torácica.

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Considerando a figura acima, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, às classificações 
O exame realizado confirmou o diagnóstico mais provável e demonstrou uma relação VD/VE de 0,7, com acometimento restrito a uma artéria pulmonar segmentar.

Assumindo que o paciente apresenta um índice de gravidade PESI I, a conduta mais adequada para este caso, entre as opções abaixo, seria
Recebendo quimioterapia para câncer de mama, uma paciente de 57 anos, inicia quadro de dispneia há 24 horas. Apresenta-se lúcida, FC 114 bpm, FR 22 ipm com PA 125 x 80 mmHg e assimetria de panturrilha direita, que está dolorosa a palpação.

Com suspeita de tromboembolismo pulmonar, pontuando 6 no escore de Wells, a conduta a seguir, para confirmar o diagnóstico,
Paciente de 55 anos, vítima de trauma fechado (impacto ao volante), apresenta dor torácica severa, dispneia e hemoptise. A tomografia computadorizada de tórax revela um alargamento do mediastino e uma irregularidade na parede da aorta descendente torácica.

A conduta mais apropriada para confirmar o diagnóstico e tratar é 

As classificações de Stanford e DeBakey permanecem como referências para caracterizar as diferentes formas anatômicas de dissecção da aorta torácica.


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Considerando a figura acima, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, às classificações