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Uma mulher de 28 anos, nadadora competitiva, apresenta dor no membro superior direito, parestesias intermitentes e episódios de palidez desencadeados pela abdução do braço acima de 90°. Ao exame físico, o pulso radial desaparece durante a manobra de Adson, acompanhada de sopro supraclavicular.

O seguinte mecanismo anatômico explica mais frequentemente o desenvolvimento de aneurisma pós-estenótico da artéria subclávia nesses pacientes:
Homem de 29 anos é admitido após ferimento por arma de fogo na coxa direita. Ao exame, apresenta hematoma pulsátil, ausência de pulsos distais, palidez e enchimento capilar lento do membro. Após controle proximal e distal dos vasos, identifica-se lesão com perda segmentar de aproximadamente 4 cm da artéria femoral superficial, com bordas desvitalizadas, sem possibilidade de anastomose término-terminal sem tensão. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável e não há contaminação importante da ferida.

A melhor técnica de reconstrução arterial nesse cenário é
Mulher de 58 anos, com antecedente de trombose venosa profunda iliofemoral esquerda há cinco anos, tratada com anticoagulação por seis meses, apresenta edema crônico, hiperpigmentação, lipodermatoesclerose e úlcera venosa de 3 cm na região maleolar medial. O ecodoppler venoso evidencia recanalização parcial do sistema venoso profundo, refluxo valvar femoropoplíteo e refluxo na veia safena magna. Não há sinais de trombose aguda.

A conduta mais apropriada para o manejo dessa paciente é
Homem de 42 anos, previamente hígido, apresenta edema importante, dor intensa e cianose do membro inferior esquerdo há 18 horas. O eco-Doppler venoso demonstra trombose aguda extensa envolvendo as veias femoral comum, femoral, poplítea e ilíaca comum esquerda. A angiotomografia confirma síndrome de May-Thurner, sem sinais de embolia pulmonar. O paciente não apresenta contraindicações ao uso de trombolíticos.

A estratégia terapêutica mais adequada para reduzir a carga trombótica, preservar a função valvar e minimizar o risco de síndrome pós-trombótica é
Homem de 63 anos apresenta recidiva de varizes após safenectomia realizada há 12 anos. O ecodoppler demonstra refluxo em tributária residual calibrosa, sem refluxo na veia safena remanescente e sem sinais de obstrução do sistema venoso profundo.

A melhor opção terapêutica é