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Paciente de 50 anos de idade, com diagnóstico de câncer de mama, recorrente e metastático, em cuidados paliativos exclusivos, apresenta anorexia e caquexia, e a família está muito angustiada com a baixa aceitação alimentar. A paciente refere que não consegue “fazer a digestão”, ficando rapidamente com a sensação de plenitude, por isso não se alimenta com maiores volumes.
Nesse caso, há indicação de
Mulher de 21 anos comparece à consulta médica em Unidade
Básica de Saúde (UBS) para avaliação de amenorreia há 4 meses,
sendo descartada gravidez. Paciente relata que há 10 meses
iniciou dieta para perder peso, tendo emagrecido nesse período
aproximadamente 30 kg. Há 2 dias relata desmaio durante
prática de exercício físico e, por isso, realizou eletrocardiograma
(ECG) que indicou alterações no segmento ST e na onda T.
Paciente nega histórico de diagnóstico de transtorno mental,
mora sozinha e sua família é de outra cidade. Afirma manter o
padrão alimentar, pois ainda quer perder peso. Ao exame físico,
apresenta palidez de mucosa e turgor cutâneo diminuído. Altura
= 1,63 m; peso = 39 kg (IMC = 14,7 kg/m2); pressão arterial
= 80 x 60 mmHg; frequência cardíaca = 55 bpm e frequência
respiratória = 15 irpm.
Qual é a conduta adequada nesse momento?
Qual é a conduta adequada nesse momento?
Paciente masculino de 45 anos foi atendido pelo psiquiatra após
inúmeras consultas com especialistas. Sua queixa principal
descrevia quadro de síndrome dispéptica com empanzinamento,
distensão abdominal e receio de se alimentar. Também havia
soluços recorrentes após alguns tipos de alimentos, pirose e dor
em epigástrio.
No início do quadro, há um ano, os sintomas eram relacionados a alimentos gordurosos e carnes, motivando a evitar esses alimentos. Posteriormente, muitos tipos de alimentos como ervilhas, milhos, leite e derivados foram excluídos da dieta por piorarem os sintomas. Passou a evitar alguns condimentos e pastas como purês e caldos grossos, devido à textura desses alimentos.
Durante o período de um ano, perdeu 15 kg (peso atual 45 kg) e está com IMC de 18 kg/m². Trouxe alguns exames para a consulta, os quais demonstraram: endoscopia digestiva alta com gastrite leve; ultrassonografia com discreta esteatose hepática; tomografia de abdome e pelve não revelaram qualquer alteração significativa. Negou quaisquer outros sintomas em aparelhos e sistemas orgânicos, exceto pelo já descrito sobre o trato gastrointestinal. O paciente se mostrava insatisfeito e preocupado com o peso atual, porém não havia intenção de emagrecer ou descontentamento com sua percepção corporal previamente. O paciente relatou o divórcio seguido da brusca mudança na rotina e seus hábitos alimentares há um ano e meio com extrema tristeza. O paciente negava e não havia indícios de comportamento purgativo. Também não preencheu critérios para episódio depressivo maior.
Sobre o quadro clínico descrito, é correto afirmar que se trata de
No início do quadro, há um ano, os sintomas eram relacionados a alimentos gordurosos e carnes, motivando a evitar esses alimentos. Posteriormente, muitos tipos de alimentos como ervilhas, milhos, leite e derivados foram excluídos da dieta por piorarem os sintomas. Passou a evitar alguns condimentos e pastas como purês e caldos grossos, devido à textura desses alimentos.
Durante o período de um ano, perdeu 15 kg (peso atual 45 kg) e está com IMC de 18 kg/m². Trouxe alguns exames para a consulta, os quais demonstraram: endoscopia digestiva alta com gastrite leve; ultrassonografia com discreta esteatose hepática; tomografia de abdome e pelve não revelaram qualquer alteração significativa. Negou quaisquer outros sintomas em aparelhos e sistemas orgânicos, exceto pelo já descrito sobre o trato gastrointestinal. O paciente se mostrava insatisfeito e preocupado com o peso atual, porém não havia intenção de emagrecer ou descontentamento com sua percepção corporal previamente. O paciente relatou o divórcio seguido da brusca mudança na rotina e seus hábitos alimentares há um ano e meio com extrema tristeza. O paciente negava e não havia indícios de comportamento purgativo. Também não preencheu critérios para episódio depressivo maior.
Sobre o quadro clínico descrito, é correto afirmar que se trata de
Concurso:
Prefeitura de Morro da Fumaça - SC
Disciplina:
Medicina
A desnutrição infantil é um problema de saúde pública
que afeta crescimento, desenvolvimento cognitivo e
imunidade, sendo influenciada por fatores
socioeconômicos, alimentares e ambientais. Sobre esses
aspectos, analise as afirmativas a seguir.
I.A desnutrição infantil pode ser classificada como aguda, crônica ou mista, sendo a desnutrição crônica caracterizada por baixa estatura para a idade.
II.A suplementação de vitamina A não possui impacto na redução da mortalidade infantil em populações com deficiência nutricional.
III.O manejo da desnutrição infantil envolve medidas de suporte nutricional, correção de deficiências vitamínicas e minerais, acompanhamento clínico e educação alimentar para cuidadores.
Está correto o que se afirma em:
I.A desnutrição infantil pode ser classificada como aguda, crônica ou mista, sendo a desnutrição crônica caracterizada por baixa estatura para a idade.
II.A suplementação de vitamina A não possui impacto na redução da mortalidade infantil em populações com deficiência nutricional.
III.O manejo da desnutrição infantil envolve medidas de suporte nutricional, correção de deficiências vitamínicas e minerais, acompanhamento clínico e educação alimentar para cuidadores.
Está correto o que se afirma em:
Concurso:
Prefeitura de Maragogi - AL
Disciplina:
Medicina
Caracteriza a bulimia nervosa, EXCETO: