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A expansão territorial romana alterou a composição social, a circulação de riquezas e as disputas políticas da República, ao mesmo tempo que ampliou a presença militar e as relações com populações submetidas.
Instituições republicanas continuaram operando em meio a conflitos que envolviam magistrados, Senado, assembleias, comandantes militares e diferentes segmentos da população livre.
As conquistas também intensificaram fluxos de tributos, produtos e pessoas escravizadas, criando novas oportunidades econômicas e novas tensões relacionadas à propriedade e ao exercício da cidadania.
Considerando essas transformações, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).

(__)A expansão aumentou recursos controlados por Roma e contribuiu para modificar relações econômicas e sociais existentes na República.

(__)O Senado manteve papel político relevante, embora sua atuação coexistisse com magistraturas e assembleias dotadas de competências específicas.

(__)A incorporação de territórios conquistados estabeleceu condições jurídicas equivalentes para as populações submetidas, pois o domínio romano pressupunha extensão progressiva da cidadania.

(__)O crescimento do trabalho escravizado eliminou a participação de pequenos proprietários livres na produção rural da República.

(__)As conquistas favoreceram comandantes capazes de converter vínculos militares e prestígio político em recursos utilizados nas disputas internas romanas.


A sequência correta, de cima para baixo, é:
A transição do mundo antigo para o feudalismo não deve ser compreendida como uma ruptura súbita, mas como um processo histórico prolongado no qual a decomposição do modo de produção escravista romano deu lugar a novas formas de dominação social. A crise do Império Romano implicou a retração das trocas comerciais, a ruralização da economia e a crescente vinculação dos trabalhadores à terra.

ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Tradução de Renato Prelorentzou. São Paulo: Brasiliense, 2004. Adaptado.

A compreensão historicamente fundamentada do processo descrito exige reconhecer que a formação do feudalismo corresponde à
O processo de transformação política de Roma, da Monarquia à República e desta ao Império, não representou uma ruptura linear, mas a reorganização das formas de poder conforme conflitos sociais e expansão territorial. A República romana consolidou mecanismos institucionais que limitavam o poder individual por meio da divisão de magistraturas e da atuação do Senado, enquanto o Império preservou formalmente tais instituições, embora concentrasse o poder efetivo na figura do imperador.

FUNARI, Pedro Paulo Abreu. Grécia e Roma. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2019. Adaptado.

Considere que um professor de História afirma que, ao analisar a passagem da República para o Império em Roma, não se deve compreender esse processo como uma simples substituição de instituições, mas como uma transformação na forma de exercício do poder, mantendo-se estruturas anteriores sob nova lógica política.

A aplicação adequada do conhecimento histórico ao argumento apresentado permite concluir que essa interpretação é
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SANZIO, Raffaello. A Escola de Atenas. 1509.

A pintura A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio, representa diversos filósofos da Antiguidade clássica reunidos em um espaço arquitetônico inspirado na tradição greco-romana. No centro da cena, Platão e Aristóteles ocupam posição de destaque, simbolizando diferentes concepções de conhecimento e de realidade. A obra, produzida no contexto do Renascimento, não constitui uma representação histórica literal, mas uma releitura que expressa a valorização humanista da filosofia grega como fundamento da racionalidade ocidental.

HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 2000. Adaptado.

A compreensão historicamente fundamentada da obra A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio, em relação à Grécia Antiga, implica reconhecer que