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A DATAPREV pretende implantar uma aplicação institucional crítica em nuvem. A solução será hospedada em uma única região e deverá reduzir o risco de interrupção do serviço decorrente da indisponibilidade de uma instalação física. Para isso, a equipe de TI avalia distribuir os componentes da aplicação entre zonas de disponibilidade distintas. Considerando a organização da infraestrutura em regiões e zonas de disponibilidade, analise as afirmativas a seguir.

I. A distribuição de componentes da aplicação entre zonas de disponibilidade distintas de uma mesma região pode favorecer a continuidade do serviço diante da indisponibilidade de uma das zonas, desde que a arquitetura da solução esteja preparada para operar nessas condições.
II. Por estarem localizadas em uma mesma região, diferentes zonas de disponibilidade compartilham necessariamente a mesma infraestrutura física, de modo que a distribuição de componentes entre elas não proporciona isolamento em relação a falhas de instalações.
III. A utilização de múltiplas zonas de disponibilidade pode reduzir a exposição da aplicação a falhas que afetem uma zona específica, mas não elimina a necessidade de considerar eventos capazes de afetar uma região inteira.

Está correto o que se afirma em

Julgue o item que se segue, relativo à infraestrutura como código com Ansible e à arquitetura serverless.


Em uma aplicação serverless orientada a eventos, invocações simultâneas de uma mesma função podem ser atendidas em ambientes de execução distintos, provisionados automaticamente pelo provedor, conforme a concorrência.

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Julgue o item que se segue, relativo à infraestrutura como código com Ansible e à arquitetura serverless.


Em uma aplicação serverless, a eventual preservação de dados na memória entre duas invocações permite tratar esse ambiente como mecanismo persistente de estado da aplicação.

Julgue o item a seguir, relativo a projeto, a arquitetura e a qualidade de sistemas.


Na arquitetura hexagonal, a lógica de negócio se conecta aos componentes externos por meio de portas e adaptadores, o que garante a independência do domínio em relação às tecnologias de infraestrutura.

De acordo com o art. 4º da Resolução CNJ nº 335/2020, a Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br) deve adotar, obrigatoriamente, soluções que abranjam o seguinte conceito (dentre outros):