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I. Longe de se restringir ao campo da Arte ou do Teatro escolar, o jogo dramático articula fundamentos da psicologia do desenvolvimento, da pedagogia ativa, da antropologia do jogo e das teorias socioconstrutivistas, assumindo papel central na formação integral do sujeito.
II. Do ponto de vista conceitual, o jogo dramático pode ser compreendido como uma atividade lúdico-expressiva estruturada, na qual o participante explora situações reais ou ficcionais por meio da ação corporal, da improvisação e da construção coletiva de sentidos.
III. Diferentemente da dramatização com texto fixo ou do teatro formal, o jogo dramático privilegia o processo, e não o produto final, valorizando a experimentação, a escuta e a criação compartilhada.
Está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) proposição(ões):
Sobre a prática teatral e suas formas de criação no contexto educativo, analise as afirmativas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta.
( ) A criação teatral pode envolver processos coletivos, como jogos, improvisações e encenações.
( ) A atuação cênica utiliza apenas elementos verbais, pois o corpo não participa da criação ficcional.
( ) A relação entre atuantes e espectadores é parte constitutiva da experiência teatral.
O termo “jogo teatral” é de uso corrente em língua portuguesa, referindo-se de forma genérica ao jogo de cena ou à qualidade lúdica do teatro. Spolin estabelece originalmente uma diferença entre dramatic play (jogo dramático*) e game (jogo de regras). O termo theater game é originalmente cunhado por Spolin em língua inglesa (mais tarde a autora viria a registrar sua proposta educacional como Spolin games). Do ponto de vista teórico, a diferença mais importante reside na relação com o corpo. O puro fantasiar (dramatic play) é substituído, no processo de aprendizagem, por uma representação corporal consciente.
(Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
Na busca por uma representação que evite imitação irrefletida ou mera cópia, a autora elabora o princípio
A operação, formulada por Brecht, propõe que o ator deve apontar para a figura por ele representada como algo estranho. Não almeja a transformação do ator na figura representada. A identificação não ocorre; o ator pode ter uma opinião diferente da figura representada e manifestar essa opinião. (Koudela, Léxico de pedagogia do teatro,2015)
A operação mencionada no excerto é denominada por Brecht como