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A assistência de enfermagem ao paciente grave ou agonizante inclui o monitoramento contínuo dos sinais vitais, o controle da dor e do sofrimento, o suporte emocional ao paciente e à família, e a preparação do corpo pós-morte, que envolve a higiene, o posicionamento adequado e o registro de óbito em conformidade com os procedimentos legais e éticos.
Uma equipe de enfermagem atende um paciente em estado terminal, com prognóstico reservado e sofrimento intenso. A família está presente e demonstra grande angústia. A assistência prestada deve ser integral, considerando não apenas o alívio da dor e dos sintomas físicos, mas também o suporte emocional e espiritual ao paciente e seus familiares.
Um paciente idoso, com múltiplas comorbidades, encontra-se em estado crítico na unidade de terapia intensiva, apresentando instabilidade hemodinâmica e insuficiência respiratória. A equipe de enfermagem, sob supervisão médica, está implementando um plano de cuidados complexo que envolve monitorização invasiva, suporte ventilatório e terapia medicamentosa contínua, visando a recuperação e a minimização de danos.
Uma equipe de enfermagem atua em uma unidade de cuidados intensivos e se depara com um paciente em estado crítico, com prognóstico desfavorável. A família está presente e demonstra grande angústia diante da iminência do óbito. O enfermeiro assume a responsabilidade de prestar assistência não apenas ao paciente, mas também de oferecer suporte aos familiares, preparando-os para o processo de luto e para os procedimentos pós-morte.
No contexto da assistência de enfermagem a pacientes graves e agonizantes, a preparação do corpo pós-morte envolve apenas a higiene e o vestuário do falecido, sendo desnecessária a comunicação com a família sobre os procedimentos ou o respeito às crenças religiosas e culturais.