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Concurso:
Prefeitura de Maracajá - SC
Disciplina:
Fonoaudiologia
A avaliação audiológica é norteada por procedimentos e
técnicas validadas e reconhecidas cientificamente, que
tem por objetivo garantir a qualidade do exame. Quanto
ao tipo de perda auditiva o objetivo é realizar o
topodiagnóstico da alteração.
Assinale a alternativa que corresponde a perda auditiva do tipo condutiva:
Assinale a alternativa que corresponde a perda auditiva do tipo condutiva:
Concurso:
Prefeitura de Maracajá - SC
Disciplina:
Fonoaudiologia
A sala para atendimento audiológico geralmente é
equipada com cabina acústica de acordo com as
normativas e que necessita de adequada higienização.
Assinale a alternativa que corresponde as orientações
provenientes para o tempo necessário após a
higienização de cabinas com dimensões de 1m2.
Concurso:
Prefeitura de Maracajá - SC
Disciplina:
Fonoaudiologia
A avaliação audiológica infantil consiste no princípio
crosscheck que é composta por procedimentos
eletroacústicos, eletrofisiológicos e comportamentais,
realizados conforme a idade cronológica, nível cognitivo
e desenvolvimento neuropsicomotor da criança a ser
avaliada. Assinale a alternativa que corresponde a
valores de 16 - 25dB segundo a classificação do grau de
perda auditiva para crianças de até 7 anos de idade
(Northern e Downs, 2002).
A implantação de programas de Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) é uma forma de viabilizar o diagnóstico precoce
da deficiência auditiva, a fim de minimizar os efeitos negativos no desenvolvimento infantil. Quanto mais cedo for realizado
o diagnóstico da deficiência auditiva, seguido da adaptação de dispositivos de amplificação sonora e da habilitação ou reabilitação auditiva, mais favoráveis serão os resultados no desenvolvimento auditivo e de linguagem. Em relação à etiologia da
perda auditiva em recém-nascidos, analise as afirmativas a seguir.
I. A perda auditiva pode ser de origem genética ou adquirida. No caso das adquiridas, as causas poderiam ser evitadas como infecções ocorridas durante a gestação; meningite; e, uso de medicamentos ototóxicos.
II. Em recém-nascidos e lactentes, a perda auditiva pode ocorrer por causas pré-natais; herança genética; síndromes genéticas; malformações da orelha interna; infecções congênitas pelo vírus da rubéola; citomegalovírus; herpes; toxoplasmose; sífilis; e também pelo uso de substâncias teratogênicas durante a gestação; perinatais; anóxia; prematuridade; peso abaixo de 1.500 gramas; hiperbilirrubinemia; traumatismo craniano; trauma sonoro; ou pós-natais; causas metabólicas como hipotireoidismo e diabetes; infecções virais como rubéola; varicela-zoster; influenza; caxumba; citomegalovírus; dentre outros; labirintite e meningite bacteriana; encefalite; e, otite média crônica. Há outras causas menos frequentes, como doenças autoimunes; acidose tubular renal; neoplasias; trauma craniano; trauma acústico; e, utilização de drogas ototóxicas aminoglicosídeos; diuréticos de alça; cisplatina; dentre outras.
III. A prematuridade é um indicador de risco que, geralmente, aparece associado ao baixo peso ao nascimento, tornando-se difícil separar completamente os dois fatores. Em geral, os prematuros apresentam baixo peso somado a várias outras intercorrências que podem resultar em perda auditiva.
Está correto o que se afirma em
I. A perda auditiva pode ser de origem genética ou adquirida. No caso das adquiridas, as causas poderiam ser evitadas como infecções ocorridas durante a gestação; meningite; e, uso de medicamentos ototóxicos.
II. Em recém-nascidos e lactentes, a perda auditiva pode ocorrer por causas pré-natais; herança genética; síndromes genéticas; malformações da orelha interna; infecções congênitas pelo vírus da rubéola; citomegalovírus; herpes; toxoplasmose; sífilis; e também pelo uso de substâncias teratogênicas durante a gestação; perinatais; anóxia; prematuridade; peso abaixo de 1.500 gramas; hiperbilirrubinemia; traumatismo craniano; trauma sonoro; ou pós-natais; causas metabólicas como hipotireoidismo e diabetes; infecções virais como rubéola; varicela-zoster; influenza; caxumba; citomegalovírus; dentre outros; labirintite e meningite bacteriana; encefalite; e, otite média crônica. Há outras causas menos frequentes, como doenças autoimunes; acidose tubular renal; neoplasias; trauma craniano; trauma acústico; e, utilização de drogas ototóxicas aminoglicosídeos; diuréticos de alça; cisplatina; dentre outras.
III. A prematuridade é um indicador de risco que, geralmente, aparece associado ao baixo peso ao nascimento, tornando-se difícil separar completamente os dois fatores. Em geral, os prematuros apresentam baixo peso somado a várias outras intercorrências que podem resultar em perda auditiva.
Está correto o que se afirma em
Sabe-se que o desenvolvimento da linguagem tem como pré-requisito a integridade anatomofisiológica do sistema auditivo
periférico e central. Assim, não detectar precocemente a perda auditiva causa impacto na aquisição da linguagem e na
socialização da criança. O diagnóstico da perda auditiva, quando realizado no primeiro ano de vida, período de maturação e
plasticidade funcional do sistema nervoso central, possibilita a intervenção precoce, favorecendo a prevenção de futuras
alterações, assim como um prognóstico mais favorável. Em relação às emissões otoacústicas, analise as afirmativas a seguir.
I. Emissões otoacústicas são energias sonoras de fraca intensidade, amplificadas na cóclea pela contração das células ciliadas externas, podendo ser captadas no meato acústico externo.
II. As emissões otoacústicas evocadas classificam-se em: produto de distorção – evocadas por estímulo acústico breve de espectro amplo que abrange um gama de frequências – clique ou tone burst; transitórias – evocadas por dois tons puros simultâneos (F1 e F2) que, por intermodulação, produzem como resposta um produto de distorção (2F1- F2); estímulo-frequência – evocadas porsinal contínuo de fraca intensidade na frequência do estímulo apresentado,sendo menos usadas clinicamente.
III. Recém-nascidos com fatores de risco para deficiência auditiva, independente de serem a termo ou pré-termo têm maiores possibilidades de terem deficiência auditiva sensorioneural. Há relação entre a presença de emissões otoacústicas e idade gestacional para ambas as orelhas, ou seja, quanto menor a idade gestacional, maior a chance de ter emissões otoacústicas transientes ausentes.
Está correto o que se afirma em
I. Emissões otoacústicas são energias sonoras de fraca intensidade, amplificadas na cóclea pela contração das células ciliadas externas, podendo ser captadas no meato acústico externo.
II. As emissões otoacústicas evocadas classificam-se em: produto de distorção – evocadas por estímulo acústico breve de espectro amplo que abrange um gama de frequências – clique ou tone burst; transitórias – evocadas por dois tons puros simultâneos (F1 e F2) que, por intermodulação, produzem como resposta um produto de distorção (2F1- F2); estímulo-frequência – evocadas porsinal contínuo de fraca intensidade na frequência do estímulo apresentado,sendo menos usadas clinicamente.
III. Recém-nascidos com fatores de risco para deficiência auditiva, independente de serem a termo ou pré-termo têm maiores possibilidades de terem deficiência auditiva sensorioneural. Há relação entre a presença de emissões otoacústicas e idade gestacional para ambas as orelhas, ou seja, quanto menor a idade gestacional, maior a chance de ter emissões otoacústicas transientes ausentes.
Está correto o que se afirma em