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No exame motor de uma pessoa com paralisia cerebral, o fisioterapeuta compara alongamentos lentos e rápidos, observa a postura durante ações voluntárias, mede a amplitude passiva e solicita movimentos articulares isolados. A interpretação CORRETA dos achados é: 
Paciente do sexo masculino, 15 anos de idade, portador de paralisia cerebral, é capaz de caminhar utilizando um dispositivo manual, consegue subir escada segurando no corrimão, mas com supervisão. Na escola utiliza meios de mobilidade motorizados, e ao ar livre ou na comunidade utiliza cadeira de rodas ou meios de mobilidade motorizados.
De acordo com o Gross Motor Function Classification System, Expanded and Revised, (GMFCS E & R), esse paciente é classificado como sendo do nível.
Nas cervicobraquialgias, a avaliação dos reflexos dos membros superiores é fundamental para identificar possíveis alterações neurológicas. O reflexo bicipital, realizado com o braço parcialmente fletido e estímulo aplicado sobre o tendão do bíceps na fossa cubital, provoca a flexão do cotovelo e avalia, principalmente, a integridade do nível neurológico:
No sinal de Tinel no cotovelo, o avaliador percutirá a estrutura anatômica localizada no sulco entre o olécrano e o epicôndilo medial utilizando um martelo de reflexos neurológicos, o que pode reproduzir dor causada por neurite ou neuroma. Nesse procedimento, o sinal positivo está relacionado à lesão do nervo:
O Terapeuta Ocupacional, ao avaliar uma paciente com comprometimento neurológico, observou que ela tinha dificuldade na coordenação dos movimentos voluntários, caracterizada por imprecisão ao alcançar objetos, oscilações durante a execução das tarefas e marcha instável de base alargada. Não há evidências de fraqueza muscular significativa que justifique as alterações observadas.

O quadro clínico descrito é compatível com