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O regionalismo: a situação do homem do campo é apresentada sem a idealização característica do Arcadismo e do Romantismo. A denúncia social: as obras denunciam a realidade brasileira, destacando aspectos como a desigualdade social, a exploração, entre outros. As personagens: entram em cena o sertanejo, o caipira, os funcionários públicos, os moradores do subúrbio e da periferia. Os cenários: em foco o interior paulista, lugar das narrativas de Monteiro Lobato, o subúrbio carioca, onde circulam as personagens de Lima Barreto, o sertão nordestino, de Os Sertões, de Euclides da Cunha. Os temas: os fatos políticos, a economia, a cultura do povo, os movimentos populares. A obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, por exemplo, tematiza o governo de Floriano Peixoto. A obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, relata a Guerra de Canudos.

Esses são alguns comentários referentes ao:

“Predomínio da razão sobre a emoção; retorno aos ideais clássicos greco-latinos; uso de formas clássicas (epopeia, ode, lira, écloga); concepção do homem como medida de todas as coisas; valorização da vida em contato com a natureza; uso da medida nova; utilização de elementos da mitologia greco-latina; paganismo; clareza, mentalidade aberta, intensidade vital, ímpeto progressista, euforia, ânsia de glória, apreço pelo humano, sentido do nu artístico, primado da razão; Universalismo, apego aos valores transcendentais (o Belo, a Verdade, a Perfeição), o mundo e o homem, e não determinado país ou indivíduo.”
Essas são características do:
Caracterizava-se pela preocupação com a verdade, não apenas verossímil, mas com a verdade exata, a que se chega através de observação e análise. Na recriação artística da realidade, os autores da época põem em primeiro plano as impressões sensoriais, através da descrição objetiva. Os detalhes são da maior importância e nada é desprovido de interesse. O movimento valoriza as personagens esféricas, que apresentam simultaneamente várias qualidades ou tendências; são complexas, multiformes, repelem qualquer simplificação. Centra-se no presente, no momento vivido pelo autor. São frequentes a crítica social, que busca desnudar as mazelas da burguesia e do clero, e a análise psicológica, voltada para a investigação dos motivos das ações humanas. Tais afirmações referem-se ao:

O dualismo, o bifrontismo, o fusionismo, o feísmo, a religiosidade mesclada com a sensualidade, o niilismo temático, a pobreza ou a ausência de assunto, o rebuscamento da forma, a ornamentação estilística, a produção em prosa foi qualitativamente superior à poesia.


Trata-se de:

O predomínio da emoção, do sentimento, o subjetivismo; a evasão ou escapismo, a fuga à realidade; nacionalismo; religiosidade; ilogismo; idealização da mulher; a liberdade de criação e despreocupação com a forma; o predomínio da metáfora, são características do: