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O protocolo para coleta de metadados Open Archives Initiative-Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH) foi desenvolvido pela Open Archives Initiative com o fim de promover
Para Rowley (2002, p.125), é necessário ser “substancialmente não-redundantes; ser independente de determinado programa; ser utilizável por todos os programas; incluir todas as interrrelações [...] que forem necessárias; possuir um método comum de recuperação [...]”.
ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Tradução de Antonio Agenor Briquet de Lemos.2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros,2002. (Adaptado)

Os apontamentos citados no trecho acima referem-se às características de:
Quando disponíveis em bases de dados especializadas em questões clínicas, as informações clínicas são também chamadas de evidências. A depender do nível de assistência e da complexidade das condições de saúde da população e dos pacientes assistidos, o profissional de saúde e o paciente requererão diferentes tipos de bases de evidência como apoio. Entre as bases de evidência mais empregadas no Reino Unido, Estados Unidos e Canadá se encontram:
De acordo com LOPES (2002) “A evolução histórica dos sistemas de recuperação da informação, segundo Lancaster (1993, p.202) apresenta duas linhas principais de desenvolvimento. A primeira tem suas origens nos grandes sistemas de bases de dados desenvolvidas pelas instituições americanas: National Library of Medicine (NLM), Department of Defense (DOD) e pela National Aeronautics and Space Administration (Nasa), que indexavam suas bases de dados referenciais utilizando os thesauri específicos de suas áreas temáticas.”
Já a segunda linha teve o seu desenvolvimento:
Levando em consideração as tecnologias da informação, podemos decompor as bibliotecas digitais em três componentes distintos e interrelacionados, que são: