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Uma ultrassonografia obstétrica com 20 semanas evidencia feto com desmineralização óssea, tórax muito estreito e micromelia grave (ossos em formato de “estrela”).

Diante desses achados, é correto afirmar que 
Pré-escolar, com 3 anos, sexo feminino, dependente de oxigenioterapia desde um episódio de bronquiolite viral aguda aos sete meses, com internação por 20 dias em UTI. Após a alta, manteve sibilância persistente, necessitando de internação por mais três vezes por causa respiratória. Dosagem do cloro no suor: 28 mEq/L. Nasceu com 37 semanas, peso de nascimento de 2800 g.

Exame físico: peso = 12 kg, comprimento = 90 cm; FR = 36 IRPM, tiragem intercostal baixa, sibilos e estertores grossos difusos. Ecocardiograma: normal. TC de tórax: em ambos os pulmões, áreas de atenuação em mosaico alternando com áreas de parênquima normal, com espessamento das paredes brônquicas e bronquiectasias cilíndricas bilaterais. Nas imagens em expiração, observam-se áreas compatíveis com aprisionamento aéreo. Não são vistas consolidações parenquimatosas ou massas.

O diagnóstico mais provável é 
Recém-nascido, a termo, sexo masculino, apresenta quadro de íleo meconial. Anti-HIV materno – negativo. Os pais são primos. Recebe alta para acompanhamento com Pediatra. Realiza teste de triagem na Clínica da Família, mas a mãe comparece à consulta, aos 4 meses de vida do lactente, com o exame que mostra dosagem de IRT anormal, nas duas coletas, nos primeiros 30 dias. O acompanhamento pediátrico é irregular. Aos 18 meses, após 4 infecções respiratórias que demandaram internação, o lactente é encaminhado para investigação por baixo ganho ponderal e eliminação de fezes oleosas.

Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que 
Silvia, 70 anos, apresenta carcinoma epidermoide de pulmão, confusão mental, poliúria e cálcio corrigido de 15,2 mg/dL. Durante a discussão fisiopatológica, um residente afirma que a maioria dos casos não decorre de destruição óssea direta. O mecanismo que responde pela maior parte dos episódios de hipercalcemia associada ao câncer é
Mulher de 42 anos apresenta carcinoma ductal invasivo da mama (cT2N0M0), RE negativo, RP negativo e HER2 negativo. Em razão da idade precoce e da história familiar de câncer de ovário em sua mãe aos 48 anos, realiza teste genético, que identifica variante patogênica em BRCA1. Além da predisposição hereditária, a característica biológica do tumor que fundamenta o desenvolvimento de terapias direcionadas para essa população é a