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Considerando o caso clínico e o traçado eletrocardiográfico, a etiologia mais provável do último episódio de síncope é:
Pré-escolar, com 4 anos e 6 meses, é atendido com queixa de dor
abdominal e diarreia. Sua mãe informa ter tido episódios
recorrentes, com identificação de giardia lamblia no exame
parasitológico de fezes. O médico solicita exames para confirmar
sua hipótese diagnóstica.
Assinale a opção que identifica a associação patológica esperada nesse caso.
Assinale a opção que identifica a associação patológica esperada nesse caso.
Recém-nascido, a termo, sexo masculino, apresenta quadro de
íleo meconial. Anti-HIV materno – negativo. Os pais são primos.
Recebe alta para acompanhamento com Pediatra. Realiza teste
de triagem na Clínica da Família, mas a mãe comparece à
consulta, aos 4 meses de vida do lactente, com o exame que
mostra dosagem de IRT anormal, nas duas coletas, nos primeiros
30 dias. O acompanhamento pediátrico é irregular. Aos 18 meses,
após 4 infecções respiratórias que demandaram internação, o
lactente é encaminhado para investigação por baixo ganho
ponderal e eliminação de fezes oleosas.
Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
Uma mulher de 38 anos apresenta febre, mialgia e aparecimento
súbito de lesões cutâneas há cinco dias. O exame físico revela
infiltração cutânea difusa na face e nos membros, madarose
bilateral completa, máculas purpúricas de contornos geométricos
nos membros inferiores e no tronco, além de bolhas
hemorrágicas e ulcerações necróticas no tronco. A biópsia de
pele de uma lesão purpúrica abdominal evidencia à coloração de
Fite-Faraco, proliferação endotelial com oclusão trombótica de
vasos dérmicos e massiva quantidade de bacilos álcool-ácido
resistentes intracelulares colonizando as células endoteliais.
A gravidade desse quadro clínico-patológico exige, como conduta terapêutica inicial,
A gravidade desse quadro clínico-patológico exige, como conduta terapêutica inicial,
Homem de 47 anos, com diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão
arterial, é internado por febre, calafrios e dor lombar. Duas
hemoculturas obtidas na admissão isolam Staphylococcus aureus
sensível à meticilina (MSSA), e a ressonância magnética
demonstra espondilodiscite em L3–L4, sem coleção drenável. É
iniciada antibioticoterapia intravenosa dirigida.
No 8º dia de internação, apesar da melhora da febre, apresenta edema de membros inferiores, oligúria e pressão arterial de 168 × 96 mmHg. A creatinina sérica, previamente 1,0 mg/dL, eleva-se para 2,8 mg/dL. Os exames mostram: ureia: 92 mg/dL; potássio: 5,1 mEq/L; albumina: 3,0 g/dL; C3: 48 mg/dL (VR: 90–180); C4: 22 mg/dL (VR: 10–40); FAN: negativo; ANCA: negativo; proteinúria: 1,8 g/24 h; EAS: hematúria dismórfica, proteinúria e cilindros hemáticos.
Diante da piora da função renal, realiza-se biópsia renal, que demonstra glomerulonefrite proliferativa difusa, com depósitos granulares de imunoglobulinas e C3 no mesângio e ao longo das paredes capilares à imunofluorescência.
Considerando o diagnóstico, o mecanismo fisiopatológico da lesão glomerular e a estratégia terapêutica mais adequada, assinale a alternativa CORRETA.
No 8º dia de internação, apesar da melhora da febre, apresenta edema de membros inferiores, oligúria e pressão arterial de 168 × 96 mmHg. A creatinina sérica, previamente 1,0 mg/dL, eleva-se para 2,8 mg/dL. Os exames mostram: ureia: 92 mg/dL; potássio: 5,1 mEq/L; albumina: 3,0 g/dL; C3: 48 mg/dL (VR: 90–180); C4: 22 mg/dL (VR: 10–40); FAN: negativo; ANCA: negativo; proteinúria: 1,8 g/24 h; EAS: hematúria dismórfica, proteinúria e cilindros hemáticos.
Diante da piora da função renal, realiza-se biópsia renal, que demonstra glomerulonefrite proliferativa difusa, com depósitos granulares de imunoglobulinas e C3 no mesângio e ao longo das paredes capilares à imunofluorescência.
Considerando o diagnóstico, o mecanismo fisiopatológico da lesão glomerular e a estratégia terapêutica mais adequada, assinale a alternativa CORRETA.
