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Uma paciente de 31 anos refere quadro de dor pós-prandial em HCD e epigástrio, associada a náuseas. USG foi realizada e mostrou vesícula biliar com imagem hiperecoica de aproximadamente 2 cm com sombra acústica posterior. Em relação ao diagnóstico dessa paciente, é correto afirmar que 
A atuação multidisciplinar de cirurgiões cardíacos, cardiologistas, patologistas e imunologistas contribuiu significativamente para os avanços no manejo de pacientes submetidos ao transplante cardíaco, permitindo excelentes resultados de curto e longo prazo. Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.

I. Em alguns países, o aumento no volume de transplantes tem sido atribuído parcialmente ao tratamento bem-sucedido da hepatite C e à expansão do número de potenciais doadores.

II. Entre as etiologias virais, o herpes simples é o mais frequentemente associado a infecções após o transplante cardíaco.

III. A vasculopatia coronariana do enxerto permanece como a complicação de longo prazo mais significativa do transplante cardíaco.

Está correto o que se afirma em
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Considerando os diagnósticos sugeridos pelo quadro clínico e pelos exames complementares, o seguinte agente etiológico está mais provavelmente associado ao caso:
Lactente de seis semanas apresenta vômitos persistentes, diarreia e importante déficit de ganho ponderal desde o nascimento, associados a hepatoesplenomegalia à palpação. A ultrassonografia de abdome mostra hepatoesplenomegalia e adrenais bilateralmente aumentadas. Devido a persistência clínica e alteração ultrassonográficas, a investigação é complementada com tomografia computadorizada do abdome, que revela adrenais bilateralmente aumentadas, com contorno preservado e calcificações puntiformes difusas, além de hepatomegalia com redução da atenuação hepática e esplenomegalia, sem massa focal ou linfonodomegalias retroperitoneais.
Diante desse quadro, assinale o diagnóstico mais provável.
Reações alérgicas representam uma causa importante de complicações perioperatórias. O anestesiologista precisa ser capaz de reconhecer e tratar rapidamente a anafilaxia, a forma mais perigosa de reação alérgica. Apesar de ser um antígeno que vem sendo removido ao longo dos últimos anos, sendo substituído por diversos produtos com formulações químicas diferentes, ainda é utilizado comumente no Brasil, em diversas situações.
Crianças submetidas a múltiplos procedimentos, indivíduos com alergias alimentares específicas e profissionais de saúde são exemplos de grupos que reconhecidamente estão em maior risco de anafilaxia a