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O xantoastrocitoma pleomórfico é uma neoplasia astrocitária constituída por células pleomórficas, incluindo células grandes multinucleadas, células fusiformes, células xantomatosas e corpúsculos granulares eosinofílicos.
Segundo a classificação dos tumores do sistema nervoso central da Organização Mundial da Saúde (2021), são genes envolvidos na patogênese do xantoastrocitoma pleomófico cujas alterações estão descritas como critérios desejáveis para o diagnóstico:
Paciente de 68 anos de idade, masculino, com linfonodomegalia generalizada e esplenomegalia, realizou exérese de linfonodo cervical de 3,0 cm que foi encaminhado para exame histopatológico. O exame microscópico revelou substituição da arquitetura habitual por infiltrado difuso constituído por células pequenas a médias com citoplasma escasso, núcleo de contorno discretamente irregular, cromatina irregularmente dispersa e nucléolo pouco evidente. Estudo imuno-histoquímico revelou expressão difusa de CD20, CD5, SOX11 e Ciclina D1.
Considerando o diagnóstico mais provável, a alteração molecular esperada cuja pesquisa pode auxiliar o diagnóstico é: 
Em paciente vivendo com HIV em terapia antirretroviral, o parâmetro laboratorial mais utilizado para monitorar diretamente a eficácia virológica do tratamento é:
A Reação em Cadeia de Polimerase tem sido cada vez mais utilizada em escala clínica. Essa técnica 
A tuberculose pulmonar representa uma entidade importante em nosso meio, e a suspeição clínica, o diagnóstico precoce e o tratamento dos doentes são essenciais para o controle da doença. Dentre as técnicas disponíveis para diagnóstico, a rede de assistência pública dispõe de várias ferramentas, sendo de maior sensibilidade no diagnóstico da doença