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Um confinamento intensivo com 500 bovinos F1 industrial (Nelore x Angus) apresenta redução progressiva na ingestão de alimento, diarreia intermitente e queda no ganho de peso. Exame coproparasitológico quantitativo revela alta carga de ovos de Cooperia spp . e Oesophagostomum spp. em 65% dos animais. O sistema apresenta alta densidade animal, piso de concreto com drenagem inadequada e limpeza insuficiente. Qual estratégia de controle parasitário é mais apropriada?
Em um rebanho de ovinos Santa Inês mantido em sistema semi-intensivo, aproximadamente 25% dos animais passam a apresentar febre (41°C), secreção nasal mucopurulenta, tosse seca, taquipneia e dispneia moderada após a introdução recente de novos indivíduos não vacinados. Na necropsia de um animal que evoluiu a óbito, observam-se áreas pulmonares consolidadas, padrão broncopneumônico e regiões com focos de necrose. Considerando os achados clínicos, patológicos e epidemiológicos descritos, qual é a etiologia provável, o tratamento indicado e uma medida preventiva aplicável ao rebanho?
Um bovino leiteiro apresenta apatia, redução de apetite, queda na produção leiteira, febre 39,8°C, frequência cardíaca 96 bpm, frequência respiratória 28 irpm e diminuição da motilidade ruminal com sons ruminais abafados. O produtor relata que o animal estava normal há 48 horas. Qual interpretação clínica inicial é mais apropriada para orientar as hipóteses diagnósticas?
Um bovino em confinamento apresenta frequência cardíaca de 110 bpm, desidratação de 8%, pH ruminal de 4,8 e depressão do sensório. Um equino apresenta frequência cardíaca de 80 bpm, membros anteriores estendidos, relutância em andar e pulso digital aumentado. O bovino apresenta choque hipovolêmico secundário a acidose ruminal aguda. O equino apresenta laminite aguda com comprometimento da perfusão digital. Qual abordagem terapêutica inicial melhor integra as necessidades fisiológicas específicas de cada espécie? 
Um bovino leiteiro apresenta redução abrupta na ingestão, queda na produção leiteira, distensão abdominal assimétrica à direita e ausência de fezes há 36 horas. Ao exame clínico, observa?se diminuição de movimentos ruminais à esquerda, dor à palpação do flanco direito e frequência cardíaca de 95 bpm. A ausculta abdominal identifica sons ruminais presentes no flanco esquerdo mas ausentes no flanco direito. Qual alteração anatômico?fisiológica melhor explica este padrão clínico?