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Uma criança de 4 meses é levada à unidade de saúde vinculada a um Consórcio Intermunicipal para atualização vacinal. A mãe relata que a criança recebeu apenas a primeira dose da vacina pentavalente e da VIp (Vacina Inativada Poliomielite) aos 2 meses, não retornando para as doses subsequentes. O Enfermeiro, então, consulta o Calendário Nacional de Vacinação para orientar a conduta. Diante dessa situação, assinale a alternativa CORRETA.
Poliomielite (paralisia infantil) é uma doença contagiosa aguda causada por vírus que pode infectar crianças e adultos. A vacinação é a única forma de prevenção da doença. Considerando o calendário do Programa Nacional de Imunização, qual a via de administração e o esquema básico de doses recomendadas preconizado para a Vacina de Poliomielite (VIP)?
A doença pneumocócica (DP) é uma infecção causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, que pode provocar desde quadros leves, como otite e sinusite, até formas graves, como a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI). Nesse sentido, qual vacina para prevenção e controle das DPI foi introduzida no Sistema Único de Saúde pelo Ministério da Saúde em 2026?
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Algumas vacinas protegem a gestante contra formas graves de doença; outras favorecem a transferência de anticorpos pela placenta para reduzir riscos ao bebê nos primeiros meses de vida. Com a incorporação da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) ao calendário da gestante, ampliou-se a proteção materno-infantil contra agravos respiratórios no início da vida. Na orientação à gestante, qual é a relação entre vacina e finalidade da imunização materna?
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Uma criança de 1 ano e 5 meses de idade comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualização do cartão vacinal. O técnico de enfermagem verifica que todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação estão registradas e em dia para a faixa etária, exceto a vacina rotavírus humano G1P[8], a qual consta apenas o registro da 1ª dose administrada aos 2 meses e 10 dias de idade. A mãe relata que, após a administração da primeira dose de rotavírus, a criança apresentou pequena regurgitação minutos depois, não tendo sido repetida a dose. Informa ainda que, aos 5 meses, a criança foi avaliada em serviço de urgência por episódio de dor abdominal e irritabilidade, sendo descartada intussuscepção intestinal após avaliação clínica e ultrassonografia. No momento da consulta, a criança encontra-se assintomática.
De acordo com as normas vigentes do Calendário Nacional de Vacinação (2026), a conduta CORRETA do técnico de enfermagem é: