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Lactente de 6 meses com tosse, coriza e desconforto respiratório progressivo há 2 dias (chega a ficar “roxinho” nos lábios quando mama, segundo a mãe). Nega internações ou problemas de saúde prévios. Foi trazido ao pronto-socorro devido a piora do desconforto, palidez cutânea e inapetência, com importante comprometimento do estado geral. Ao exame físico, está em mau estado geral, descorado +++/4+, extremidades frias, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, pulsos finos, FC = 200 bpm, PA = 62 x 33 (43) mmHg, SatO2 = 87% em ar ambiente, FR = 68 ipm, ausculta pulmonar com estertores crepitantes em bases e ausculta cardíaca com bulhas rítmicas normofonéticas com sopro sistólico +/6+ em borda esternal esquerda. Obtido ritmo cardíaco e radiografia de tórax a seguir.

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(Arquivo pessoal; imagens usadas com autorização)

Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que contenha a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais adequada para o caso.
Um paciente de 58 anos com história de hipertensão e cirurgia ortopédica recente apresenta-se ao pronto-socorro com dispneia súbita, dor torácica e sinais de choque. O exame físico revela taquicardia, taquipneia e oximetria de pulso de 92% em ar ambiente. A tomografia computadorizada de tórax confirma tromboembolismo pulmonar (TEP) com evidência de hipertensão pulmonar significativa. O paciente está com pressão arterial de 85/50 mmHg e níveis de lactato elevados.

Qual é a conduta inicial mais apropriada para o manejo desse paciente? 
O choque neurogênico pode ocorrer em lesões cervicais ou torácicas altas (acima de T6). Portanto, no traumatismo raquimedular grave, o paciente poderá apresentá-lo. São achados compatíveis com tal tipo de choque: 
No manejo de um paciente com quadro grave de dengue com choque refratário, observa-se queda do hematócrito evolutivamente. Considerando tal alteração, é possível inferir a seguinte possibilidade:
Criança; 5 anos; dá entrada na UTI; com história de vômitos; diarreia; e, febre há 48 horas. Ao exame, apresenta sonolência, hipocorada, PCP 3 seg; FC 150 bpm; FR 32 ipm; TAX 37 c; PA 90 x 60 mmhg; e, pulsos finos. Ausculta pulmonar e cardíaca sem anormalidades. Abdômen com peristalse presente, flácido, sem massas e/ou visceromegalias. Após primeira expansão com 20 ml/kg, ocorre melhora da amplitude dos pulsos, PCP passa a 2 segundos e nota-se melhora do estado geral com presença de diurese. Considerando o estado clínico, é possível afirmar que o diagnóstico trata-se de choque: