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Homem, 30 anos de idade, é admitido no PS após se envolver em uma briga e ser atingido por um projétil de arma de fogo com orifício de entrada no 3º espaço intercostal direito, na projeção da linha hemiclavicular direita, sem orifício de saída. Encontra-se desorientado, taquipneico, PA de 80×60 mmHg e FC de 125 bpm, com FAST positivo na janela cardíaca. Qual deverá ser o próximo passo? 
Paciente de 50 anos de idade, em PO imediato de transplante cardíaco, tempo de CEC de 185 min, tempo isquemia de 4h. Admitido em leito de UTI, apresenta os seguintes parâmetros em cateter de artéria pulmonar: IC de 1,9 L/Min/m2, PVC de 17 mmHg (pressão venosa central de 8 a 12 mmHg), pressão capilar pulmonar de 23 mmHg, evoluindo com hipotensão, refratária à reposição de cristaloide, sendo necessário início de vasopressores e implante de balão intra-aórtico. Paciente apresenta painel imunológico 0 e provas cruzadas negativas. Nesse cenário, a provável etiologia da instabilidade hemodinâmica será: 
Homem, 49 anos de idade, com miocardiopatia dilatada, INTERMACS 2, foi submetido à implantação de dispositivo de Assistência Ventricular Esquerda (LVAD) tipo contínuo como ponte para transplante. Dois meses após o implante, retornou ao ambulatório com queixa de fadiga e queda da pressão arterial com piora de classe funcional. Exames laboratoriais mostraram elevação de bilirrubinas, TGO e TGP. O hemograma e o PCR (Proteína C Reativa) estavam normais, o INR era de 3,5. Ao exame físico, apresentou PAM de 60 mmHg, turgência jugular, pele fria, sem febre. Ausculta cardíaca sem bulhas audíveis. Os parâmetros de consumo de energia do dispositivo estão normais. Considerando os dados do exame físico e a história do paciente, qual o diagnóstico mais provável e conduta? 
Lactente, 1 ano de idade, foi submetido à esofagocoloplastia devido a atresia de esôfago. Após 24 horas de cirurgia, apresenta-se gemente, com má perfusão periférica, oligúria e débito vinhoso fétido pela gastrostomia. Ao exame físico, apresenta FC de 190 bpm e PA de 70×40 mmHg. Saturação de oxigênio não aferível. Murmúrios vesiculares reduzidos em bases. Assinale a alternativa que apresenta a complicação mais provável. 
Quintigesta com quatro partos vaginais anteriores, internada com 38 semanas de gravidez e trabalho de parto espontâneo, com recém-nascido nativivo, 4.020 g, Apgar 7-9-10 após 3 horas de trabalho de parto. Após a dequitação, apresenta atonia uterina com sangramento vaginal e, em 4 minutos, o monitor revela PA de 76×54 mmHg e FC de 120 bpm. São tomadas medidas adequadas, como acesso venoso, reposição de cristaloide, coleta de exames, aquecimento e oxigenioterapia. Em paralelo, medidas para corrigir a atonia. Do ponto de vista hemodinâmico, deve-se