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Um homem de 63 anos, com antecedente de hipertensão arterial, chega ao pronto-socorro com palpitações de início súbito, dor torácica e dispneia há aproximadamente 45 minutos. Ao exame: PA 78/46 mmHg, FC 190 bpm, FR 28 irpm, SpO? 90% em ar ambiente. Está sudoreico, confuso e apresenta extremidades frias. O ECG demonstra taquicardia regular de complexos QRS largos, com frequência de 195 bpm. A conduta imediata mais adequada é  

Um homem de 63 anos, internado por hemorragia digestiva alta com grande perda sanguínea, recebe uma unidade de concentrado de hemácias. Dez minutos após o início da transfusão, apresenta febre, calafrios intensos, dor lombar, náuseas, dispneia e sensação de morte iminente. Evolui com hipotensão e urina de coloração escura.


A conduta imediata mais adequada é 

Homem, de 62 anos, com hipertensão arterial em uso apenas de enalapril, evoluiu com um infarto agudo do miocárdio da parede anterior com supradesnivelamento do segmento ST, sendo tratado com trombólise com um delta T de quatro horas. Evoluiu com critérios de reperfusão e em Killip II. Cerca de 6 horas após o término da trombólise, apresentou palpitação, com dor torácica e dispneia, mas sem perda da consciência. O monitor registrou o traçado abaixo.  

Imagem associada para resolução da questão

Neste momento, a conduta imediata mais adequada é:

Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.

Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo. 

Homem de 67 anos, hipertenso, é admitido no pronto atendimento com febre, tosse produtiva e dispneia há três dias. Encontra-se confuso, com temperatura de 38,7 ?C, frequência cardíaca de 118 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão arterial de 82/48 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 91% em ar ambiente. A radiografia de tórax evidencia consolidação no lobo inferior direito. Exames laboratoriais mostram leucócitos de 18.400/mm³, creatinina de 2,0 mg/dL, sendo basal de 0,9 mg/dL, e lactato de 4,8 mmol/L.
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é