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Um recém-nascido de 3 dias de vida, nascido a termo, com peso de 2.980 g, é admitido para correção cirúrgica de uma gastrosquise. À admissão, apresenta taquicardia (170 bpm), enchimento capilar de 4 segundos, extremidades frias, diurese de 0,6 mL/kg/h e pressão arterial no limite inferior para a idade. Não há sinais de hemorragia ativa. Durante o preparo anestésico, o médico questiona qual deve ser a solução inicial de escolha para expansão volêmica.

A conduta mais apropriada é
Uma puérpera de 30 anos, no segundo dia após parto cesáreo por placenta prévia, evolui com mal-estar, dispneia e sonolência. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 128 bpm, pressão arterial de 84 × 50 mmHg, temperatura de 38,9 °C e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente. A instituição utiliza o Modified Early Obstetric Warning Score (MEOWS) (Escore Obstétrico Modificado de Alerta Precoce) para monitorização clínica de gestantes e puérperas. Com base nos achados clínicos e na finalidade desse escore, a conduta mais adequada é
Homem de 68 anos, com hipertensão e diabetes, é internado por pneumonia comunitária grave. Após receber 30 mL/kg de cristaloide balanceado, permanece com pressão arterial de 78 por 46 mmHg, frequência cardíaca de 118 bpm, lactato de 5,2 mmol/L e débito urinário de 0,2 mL/kg/h. Noradrenalina em dose crescente, atualmente a 0,28 micrograma/kg/min, mantém pressão arterial média de 67 mmHg. A ultrassonografia à beira leito mostra ventrículo esquerdo hiperdinâmico, ventrículo direito sem dilatação, ausência de derrame pericárdico e linhas B esparsas. A elevação passiva das pernas aumenta o VTI da via de saída do ventrículo esquerdo em apenas 4%, afastando responsividade a volume. Não há evidência de disfunção miocárdica ou de baixo débito cardíaco.
Considerando o choque séptico vasoplégico persistente, a próxima conduta mais apropriada é
Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.
Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
Homem de 68 anos, com hipertensão e diabetes, é internado por pneumonia comunitária grave. Após receber 30 mL/kg de cristaloide balanceado, permanece com pressão arterial de 78 por 46 mmHg, frequência cardíaca de 118 bpm, lactato de 5,2 mmol/L e débito urinário de 0,2 mL/kg/h. Noradrenalina em dose crescente, atualmente a 0,28 micrograma/kg/min, mantém pressão arterial média de 67 mmHg. A ultrassonografia à beira leito mostra ventrículo esquerdo hiperdinâmico, ventrículo direito sem dilatação, ausência de derrame pericárdico e linhas B esparsas. A elevação passiva das pernas aumenta o VTI da via de saída do ventrículo esquerdo em apenas 4%, afastando responsividade a volume. Não há evidência de disfunção miocárdica ou de baixo débito cardíaco.

Considerando o choque séptico vasoplégico persistente, a próxima conduta mais apropriada é