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Um paciente vítima de acidente automobilístico dá entrada na emergência hipotenso (PA 70/40 mmHg), com pele quente e seca, bradicárdico (FC 50 bpm) e sem resposta motora nos membros inferiores. A reposição volêmica inicial não elevou a pressão arterial significativamente. O padrão hemodinâmico descrito e a droga vasoativa de primeira linha para o manejo desta condição, após a otimização volêmica, são:
A reanimação de controle de danos (Damage Control Resuscitation) preconiza estratégias específicas para evitar a tríade letal no trauma grave. Analise as afirmativas a seguir sobre os protocolos atuais de transfusão maciça e reanimação:

I.A transfusão maciça deve almejar uma proporção de 1:1:1 entre concentrado de hemácias, plasma fresco congelado e plaquetas, mimetizando o sangue total para prevenir coagulopatia dilucional.
II.A hipotensão permissiva (alvo de PAS 80-90 mmHg) é indicada em traumas penetrantes sem lesão cerebral traumática (TCE), para minimizar o rompimento de coágulos formados até o controle cirúrgico da hemorragia.
III.O uso de ácido tranexâmico deve ser iniciado preferencialmente nas primeiras 3 horas após o trauma, na dose de 1g em 10 minutos seguido de 1g em 8 horas, conforme estudo CRASH-2.

Está correto o que se afirma em:
O protocolo ATLS (Advanced Trauma Life Support) estabelece prioridades de tratamento baseadas na gravidade das lesões e na fisiologia do trauma. Considerando as atualizações recentes e as particularidades fisiopatológicas em populações específicas (gestantes e trauma raquimedular), assinale a alternativa que descreve corretamente a conduta e os mecanismos envolvidos:
Uma equipe médica com dois socorristas e uma enfermeira está reanimando uma criança de 3 anos, internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, em parada cardíaca por assistolia há 5 minutos. A criança está intubada, e a relação massagem cardíaca e ventilação não está sincronizada. O socorrista da massagem está fazendo uma frequência de 100/min, e o socorrista da ventilação com bolsa valva e reservatório de oxigênio está fazendo de 10 a 12 incursões por minuto. O socorrista que está comprimindo o tórax o faz com uma profundidade de cerca de 5 cm.
Assinale a alternativa cuja orientação é a mais correta para adequar esse atendimento às recomendações mais atuais
Homem de 60 anos é atendido com quadro de dispneia. O histórico inclui doença arterial coronária, estado em pós-cirurgia de revascularização do miocárdio, tabagismo ativo e diabetes mellitus. Medicações em uso: metoprolol (25 mg/dia), lisinopril (10 mg/dia), aspirina (100 mg/dia) e atorvastatina (40 mg/dia). Ao exame físico, apresenta-se prostrado e letárgico; temperatura: 37,2 o C; pressão arterial: 100 x 70 mmHg; frequência cardíaca: 130 bpm (arrítmica); saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente; pressão venosa jugular elevada; ausculta com estertores pulmonares bilaterais e extremidades inferiores com edema simétrico até joelhos; as mãos estão frias, com tempo de enchimento capilar acima de 5 segundos. A contagem de leucócitos, troponina e os testes de função hepática estão elevados. Eletrocardiograma: fibrilação atrial. Ecocardiograma: fração de ejeção de ventrículo esquerdo de 20%.
Nesse paciente, este é o conjunto de achados da monitorização hemodinâmica mais provável (pressões, em mmHg): átrio direito: _____; artéria pulmonar: _____; pressão capilar pulmonar: ?_____??.

As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por: