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Lactente internado em UTI pediátrica, no 2° pós-operatório de transplante hepático com fígado reduzido de doador adulto falecido, evoluindo de forma grave com alteração do nível de consciência, choque, acidose, hipoglicemia, coagulopatia e elevação acentuada dos níveis de transaminase. Qual a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta adequada? 
Paciente de 50 anos de idade, em PO imediato de transplante cardíaco, tempo de CEC de 185 min, tempo isquemia de 4h. Admitido em leito de UTI, apresenta os seguintes parâmetros em cateter de artéria pulmonar: IC de 1,9 L/Min/m2, PVC de 17 mmHg (pressão venosa central de 8 a 12 mmHg), pressão capilar pulmonar de 23 mmHg, evoluindo com hipotensão, refratária à reposição de cristaloide, sendo necessário início de vasopressores e implante de balão intra-aórtico. Paciente apresenta painel imunológico 0 e provas cruzadas negativas. Nesse cenário, a provável etiologia da instabilidade hemodinâmica será: 
Homem, 49 anos de idade, com miocardiopatia dilatada, INTERMACS 2, foi submetido à implantação de dispositivo de Assistência Ventricular Esquerda (LVAD) tipo contínuo como ponte para transplante. Dois meses após o implante, retornou ao ambulatório com queixa de fadiga e queda da pressão arterial com piora de classe funcional. Exames laboratoriais mostraram elevação de bilirrubinas, TGO e TGP. O hemograma e o PCR (Proteína C Reativa) estavam normais, o INR era de 3,5. Ao exame físico, apresentou PAM de 60 mmHg, turgência jugular, pele fria, sem febre. Ausculta cardíaca sem bulhas audíveis. Os parâmetros de consumo de energia do dispositivo estão normais. Considerando os dados do exame físico e a história do paciente, qual o diagnóstico mais provável e conduta? 
Em relação ao paciente grande queimado, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que apresenta o perfil hemodinâmico mais consistente com choque cardiogênico secundário a Infarto do Miocárdio (IM) de parede inferior, com envolvimento do ventrículo direito.

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