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Criança de 4 anos apresenta febre, prostração e dificuldade respiratória. Está sonolenta, FC 175 bpm, FR 48 irpm, PA 70 × 38 mmHg, TEC 6 segundos, extremidades frias e pulsos finos.

Qual abordagem é mais apropriada?
Paciente de 35 anos é vítima de colisão automobilística de alta energia. Está intubado, PA 76 × 40 mmHg, FC 132 bpm. FAST demonstra líquido livre abdominal. Recebe protocolo de transfusão maciça. Após concentrado de hemácias e plasma, apresenta sangramento difuso nos locais de punção. Gasometria: pH 7,19; temperatura 34°C; cálcio ionizado 0,82 mmol/L.

Qual medida deve integrar prioritariamente a ressuscitação?
Homem de 67 anos, hipertenso e diabético, procura o Departamento de Emergência por febre, disúria e prostração. Após 30 mL/kg de cristaloide, apresenta PA 82 × 46 mmHg, FC 118 bpm, TEC 5 segundos, lactato 5,2 mmol/L e diurese reduzida. Noradrenalina é iniciada. Ao POCUS, observa-se função sistólica do VE preservada, ausência de linhas B e VTI da VSVE de 13 cm. Após elevação passiva das pernas, o VTI aumenta para 16 cm.

Qual é a interpretação e a conduta mais adequadas?
Um homem de 33 anos, vítima de colisão automobilística de alta energia, é admitido na sala de trauma 40 minutos após o acidente. Apresenta palidez cutaneomucosa, extremidades frias, frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 78/46 mmHg, frequência respiratória de 28 irpm e escala de coma de Glasgow de 12. Ao exame, há dor e distensão abdominal, fratura fechada de fêmur e sinais clínicos de hemorragia ativa. O ultrassom abdominal focado no trauma (FAST) evidencia líquido livre intraperitoneal. Não há sinais clínicos de traumatismo cranioencefálico grave.
Considerando os princípios atuais de ressuscitação do trauma com hemorragia ativa, assinale a alternativa correta.
Um homem de 29 anos é levado a um grande hospital de referência em trauma após ferimento por arma branca. Dá entrada em parada cardiorrespiratória, apresentando ritmo de parada do tipo AESP (atividade elétrica sem pulso). Ao exame, apresenta perfuração em hemitórax esquerdo com mínimo sangramento, pupilas reativas e pulso carotídeo débil e intermitente.
Qual a conduta mais adequada?