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Ao comentar que “nós, bibliotecários, há milênios indexamos, criamos classificações do conhecimento, criamos linguagens documentárias e representação documental; estudamos comunicação com os usuários, e, pelo menos durante todo século XX, elaboramos e utilizamos dados estatísticos para avaliação de nossos instrumentos” [...] e ainda que “os conhecimentos biblioteconômicos tornaram-se subsídios para o desenvolvimento de conceitos teóricos nas áreas computacionais, entre outras”, MEY (2009) diz que, na verdade, os bibliotecários produzem informações sobre informações documentais ou registros do conhecimento, ou seja, produzem:
Mesmo o crescimento exponencial da informação não sendo um fenômeno novo, será necessário cada vez mais que se compreenda sua manifestação em termos da diminuição de obras de fôlego e do aumento de publicações periódicas, de caráter pouco cumulativo. Assim também sua consequência representada em novas formas de apropriação da informação, como, por exemplo, a utilização de bases de dados e descritores pessoais. A esta ampliação da validação do detalhe em detrimento da validação do conjunto, BARATIN e JACOB (2008) denominam de:
Uma das estratégias apontadas por McGARRY (1999) para melhor comunicação com usuários especializados é o planejamento e elaboração de revistas de resumos. Entretanto, sua utilidade dependerá:
LE COADIC (2004), comentando sobre a mudança epistemológica no campo da Ciência da Informação, afirma que seu objeto não é mais o mesmo nem da Biblioteconomia, nem da Arquivologia, nem da Museologia. Essa mudança foi causada pelas transformações tecnológicas, econômicas e:
Para Saracevic (1996), a interdisciplinaridade da Ciência da Informação ocorre, principalmente, pela relação com quatro disciplinas, a saber: