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Paciente do sexo feminino, 52 anos, com antecedente de histerectomia total por via abdominal há 5 anos, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal difusa em cólica, iniciada há 24 horas, associada a náuseas, vômitos biliosos e ausência de eliminação de flatos e fezes desde então. Refere episódios semelhantes mais leves nos últimos dois anos, resolvidos espontaneamente. Ao exame físico, apresenta abdome distendido, ruídos hidroaéreos aumentados em timbre metálico, dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. O toque retal sem sangue ou massas.

Uma radiografia de abdome em pé mostra níveis hidroaéreos em alças de delgado com padrão em “pilha de moedas”. A tomografia computadorizada (TC) confirma obstrução de delgado com ponto de transição único, presença de alças distendidas, sem pneumoperitônio ou sinais de isquemia. Exames laboratoriais com leucócitos de 11.000/mm³ e lactato normal.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial, para essa paciente, são 
Homem de 58 anos, com história de colecistectomia por laparotomia há 8 anos, foi internado com diagnóstico de obstrução intestinal por bridas. Após 36 horas de tratamento conservador com hidratação, jejum, cateter nasogástrico e analgesia, mantém vômitos, dor abdominal e distensão. Não eliminou flatos. A ausculta revela ruídos hidroaéreos metálicos. Uma nova TC mostra persistência da distensão de alças delgadas, com mesmo ponto de transição. Sem pneumoperitônio ou sinais claros de isquemia. Lactato de 1,8 mmol/L, leucócitos 13.000/mm³.

Nesse caso, a melhor conduta para esse paciente será 
Uma paciente de 67 anos, previamente saudável, relata três episódios anteriores de dor no quadrante inferior esquerdo nos últimos dois anos, sempre associados à febre e tratados com antibióticos orais em regime ambulatorial. Há 10 dias, apresenta dor abdominal contínua e cólicas, com distensão progressiva, ausência de evacuações e flatulência há 3 dias.
Ao exame físico, há abdome distendido, ruídos hidroaéreos diminuídos e dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. Os exames laboratoriais revelam leucocitose de 14.500/mm³ e PCR de 62 mg/L. Tomografia computadorizada evidencia cólon sigmoide com espessamento parietal importante, estreitamento luminal e moderada distensão colônica a montante. Não há sinais de perfuração nem de abscesso.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta para essa paciente são
Homem de 62 anos, IMC 34 kg/m², antecedente de duas laparotomias prévias (colecistectomia e sigmoidectomia), apresenta hérnia ventral volumosa há 8 anos, que cresceu progressivamente. Refere sensação de peso abdominal, dispneia aos esforços e dificuldade para mobilidade. Nega sintomas obstrutivos. Ao exame, há hérnia volumosa na linha média de aproximadamente 20 cm de diâmetro, com conteúdo intestinal palpável e redução parcial à posição supina. Pele íntegra, sem sinais inflamatórios.
Uma TC de abdome revela: hérnia com saco de 2.800 cm³ de conteúdo herniário, cavidade abdominal reduzida (volume intra-abdominal 3.000 cm³). Relação volume herniado/volume abdominal total = 48%. Sem perda de alça intestinal ou complicações isquêmicas.

A equipe cirúrgica discute a programação de cirurgia eletiva e conclui que a melhor estratégia inicial será 
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Durante a avaliação desse paciente no pré-operatório, concluiuse que a relação entre o volume do saco herniário e o volume da cavidade abdominal era de 30%.

Esse achado sugere a necessidade