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A hipertensão portal é a condição hemodinâmica associada às complicações mais graves de cirrose hepática, incluindo ascite, encefalopatia hepática e sangramento de
varizes gastroesofágicas. O sangramento de varizes é
uma emergência médica associada a elevadas taxas de
mortalidade, alcançando níveis entre 10-20% no período
de seis semanas, apesar de todos os avanços terapêuticos atuais. No manejo do sangramento agudo em caso de
varizes gástricas GOV-2 e variz gástrica isolada (IGV),
qual deve ser a primeira escolha terapêutica?
A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE)
é técnica efetiva no manejo das doenças biliares. Procedimento de alta complexidade que proporcionou grande
avanço na terapêutica das doenças biliopancreáticas. Atualmente, o uso da CPRE deve ser evitado ou postergado
em:
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 25 anos chega ao PS trazido por socorristas com história de atropelamento por motocicleta. Está hipotenso, com PA sistólica de 60 mmHg. FAST positivo, iniciado protocolo de transfusão maciça e indicação de laparotomia. No intraoperatório, foi encontrada grande quantidade de sangue na cavidade peritoneal e lesão complexa em seguimento 6 e 7 do fígado. Tentativa de controle de sangramento com manobra de Pringle, e sutura hepática, sem sucesso. Realizado empacotamento hepático com compressas, com aparente interrupção da hemorragia. Houve melhora hemodinâmica, sem sangramento ativo após ressuscitação volêmica e transfusão. A gasometria arterial revelou pH de 7,06. Temperatura de 34 ºC.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Paciente de 25 anos chega ao PS trazido por socorristas com história de atropelamento por motocicleta. Está hipotenso, com PA sistólica de 60 mmHg. FAST positivo, iniciado protocolo de transfusão maciça e indicação de laparotomia. No intraoperatório, foi encontrada grande quantidade de sangue na cavidade peritoneal e lesão complexa em seguimento 6 e 7 do fígado. Tentativa de controle de sangramento com manobra de Pringle, e sutura hepática, sem sucesso. Realizado empacotamento hepático com compressas, com aparente interrupção da hemorragia. Houve melhora hemodinâmica, sem sangramento ativo após ressuscitação volêmica e transfusão. A gasometria arterial revelou pH de 7,06. Temperatura de 34 ºC.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente vítima de colisão de carro contra anteparo fixo. Usava cinto de segurança de duas pontas. Deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal moderada e sangue no meato uretral. Realizada tomografia computadorizada com contraste EV, evidenciando extravasamento de contraste na fase tardia, a partir da bexiga, para a goteira parieto-cólica direita.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Paciente vítima de colisão de carro contra anteparo fixo. Usava cinto de segurança de duas pontas. Deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal moderada e sangue no meato uretral. Realizada tomografia computadorizada com contraste EV, evidenciando extravasamento de contraste na fase tardia, a partir da bexiga, para a goteira parieto-cólica direita.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 62 anos com queixa de dor retal e hematoquezia. Realizou colonoscopia, sendo diagnosticado tumor do reto invadindo a linha pectínea. Anatomopatológico: adenocarcinoma bem diferenciado. Ressonância magnética da pelve: metástase em linfonodos perirretais. Foi realizada neoadjuvância e, após seis semanas, a lesão apresentou regressão incompleta, não havendo alteração do aspecto dos linfonodos na ressonância magnética.
Nesse caso, qual é a melhor opção terapêutica?
Paciente de 62 anos com queixa de dor retal e hematoquezia. Realizou colonoscopia, sendo diagnosticado tumor do reto invadindo a linha pectínea. Anatomopatológico: adenocarcinoma bem diferenciado. Ressonância magnética da pelve: metástase em linfonodos perirretais. Foi realizada neoadjuvância e, após seis semanas, a lesão apresentou regressão incompleta, não havendo alteração do aspecto dos linfonodos na ressonância magnética.
Nesse caso, qual é a melhor opção terapêutica?