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Leia o caso clínico a seguir.

Mulher de 69 anos, deu entrada no pronto-socorro há dois dias, com queixa há quatro dias de dor abdominal em região epigástrica e hipocôndrio direito, de forte intensidade, associada a náusea e vômitos. Apresentava massa dolorosa em quadrante superior direito, sinal de Murphy positivo, leucocitose de 18.500/mm³, PCR 130, creatinina de 3,0 mg/dL, rebaixamento no nível de consciência e PA 90x60 mmHg. Foi encaminhada para UTI, quando teve início de antibioticoterapia de amplo espectro, suporte clínico e correção de disfunção orgânica, todavia sem melhora. Apresentou piora da função renal e necessidade de droga vasoativa.

Nesse caso, qual é a melhor conduta no momento?
Leia o caso clínico a seguir.

No 8º dia de pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica por provável colecistite aguda, o paciente retorna sem queixas, trazendo resultado de histopatológico: “Adenocarcinoma – lesão invade tecido conjuntivo perimuscular na face hepática, sem extensão ao fígado. Linfonodo do ducto cístico livre de neoplasia”.

Nesse caso, qual deverá ser a conduta?
De acordo com a nomenclatura IHPBA BRISBANE (2000), mais aceita mundialmente para ressecções hepáticas, a setorectomia anterior direita consiste na ressecção de quais segmentos hepáticos?
A classificação anatômica é importante, pois tumores de cárdia e não cárdia diferem em termos de incidência, causa, evolução clínica e tratamento. Pela classificação de Siewert, tumores com epicentro a 2 cm abaixo da JEG são classificados como:
Quais os exames mais adequados para avaliar a função hepática em pré-operatório de tratamento cirúrgico de paciente ictérico com coledocolitíase?