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Homem de 46 anos, operado há 5 dias em caráter de urgência (laparoscopia exploradora), sendo realizada ressecção intestinal de segmento de cólon esquerdo por obstrução tumoral, apresenta quadro de taquicardia, febre e dor abdominal difusa com descompressão brusca positiva ao exame abdominal. A imagem a seguir demonstra a radiografia de abdome em pé.

Imagem associada para resolução da questão



Assinale a alterantiva que apresenta, corretamente, a melhor definição fisiopatológica do quadro apresentado e a conduta imediata indicada.
Durante uma cirurgia abdominal de grande porte, o paciente desenvolve súbita queda na saturação periférica (SpO2 de 82%); a pressão de pico no ventilador aumenta subitamente e há queda do débito cardíaco. A inspeção mostra aumento do diâmetro torácico e palpação difícil para ventilação manual.
Quais são a causa mais provável do distúrbio respiratório e a conduta técnica imediata a ser realizada?
Mulher de 59 anos, assintomática, é diagnostica em exames de rotina com aneurisma sacular da aorta abdominal (AAA) de 5,8 cm; é realizada programação para reparo endovascular do aneurisma pelo risco de que ele se rompa. Durante o procedimento, o cirurgião insufla contraste e ocorre hipotensão arterial rapidamente, acompanhada de diminuição do tamanho do aneurisma, medido por angiografia.
Qual mecanismo explica melhor a queda imediata da pressão arterial após liberação do balão ou manipulação do aneurisma?
Homem de 70 anos com obstrução intestinal por tumor de cólon esquerdo foi submetido à ressecção e anastomose primária. No 3o dia pós-operatório, apresenta febre, taquicardia e dor abdominal difusa. A tomografia contrastada de abdome mostra coleção peritoneal loculada próxima à linha de anastomose, com 6,0 cm de diâmetro, sem sinais claros de extravasamento difuso. O paciente está hemodinamicamente estável.
Nesse caso, qual é a melhor estratégia para controle do foco infeccioso?
Homem de 28 anos, vítima de agressão por arma branca, é trazido ao serviço de emergência. Na avaliação primária, mantém consciência (ECG = 15); pressão arterial 130/80 mmHg; FC 92 bpm; Sat. O2 96%, em ar ambiente; FR 18/min. Há um ferimento puntiforme, de aproximadamente 2,0 cm, na linha média anterior do pescoço, em nível cervical (aprox. região supraesternal, correspondente à zona II), com escape contínuo de ar visível no ferimento durante a respiração e início de enfisema subcutâneo cervical palpável. Refere rouquidão leve, sem sangramento externo ativo volumoso e sem sinais de hematoma expansivo. Colar cervical colocado; não há sinais claros de instabilidade hemodinâmica no momento.
Qual é a melhor conduta imediata a ser adotada nesse caso?