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Homem, 52 anos de idade, com história de etilismo crônico,
apresenta dor epigástrica recorrente há vários anos, com
episódios de piora pós-prandial e irradiação para o dorso.
Refere perda de peso de 7 kg nos últimos 6 meses, com
progressiva piora da dor, mesmo após suspender uso de
álcool. Tomografia de abdome revela pâncreas atrófico, ducto
pancreático principal dilatado (9 mm) e presença de
calcificações intraductais. Não há lesão focal ou sinais de
complicação aguda. Assinale a alternativa que apresenta a
melhor conduta para o paciente.
Homem, 52 anos de idade, com história de regurgitação
noturna importante, acompanhada de leve queimação há 6
meses. Refere que pela regurgitação estava comendo menos
e perdeu 3 kg no período. Procurou atendimento médico,
sendo solicitada endoscopia digestiva alta, a qual apresentou
achado de esofagite erosiva grau A. Tentou tratamento com
inibidor de bomba de prótons por 3 meses sem resposta
clínica satisfatória. Foi indicado tratamento cirúrgico com
fundoplicatura total + hiatoplastia para tratamento de refluxo
refratário, o paciente evoluiu com disfagia importante no pós-operatório. Com base no caso apresentado, pode-se afirmar:
Considere as seguintes informações referentes a uma mulher
de 22 anos de idade:
SUBJETIVO: Paciente comparece a segunda consulta prénatal, relatando que ainda mantém náuseas e vômitos. Não queria engravidar agora, tomou um susto com a gravidez e ainda está buscando aceitá-la. Tem faltado no trabalho, por conta do mal-estar da gravidez, e demonstra preocupação com isso. O supervisor a tem pressionado, dizendo que talvez seja melhor ela se demitir. Fazia academia de ginástica 3 vezes por semana e parou por receio de fazer mal à criança. Está usando ácido fólico, sulfato ferroso e carbonato de cálcio. É a sua primeira gestação e não tem nenhuma comorbidade.
OBJETIVO: Idade gestacional de 12 semanas compatível com o primeiro USG feito com 8 semanas de gestação. Vacinação prévia: 3 doses de hepatite B, 3 doses com reforço de DPT, 3 doses da vacina de COVID-19 e influenza sazonal. PA de 102×60 mmHg. Ausculta (sonar): BCF presente. IMC de 24,2 kg/m2 . Exames de primeiro trimestre sem alterações significativas.
AVALIAÇÃO: Primigesta de risco habitual, no primeiro trimestre gestacional. Eutrofia, com risco nutricional pelos vômitos. Risco psicossocial.
Em relação ao PLANO para esta consulta, qual é a alternativa mais adequada?
SUBJETIVO: Paciente comparece a segunda consulta prénatal, relatando que ainda mantém náuseas e vômitos. Não queria engravidar agora, tomou um susto com a gravidez e ainda está buscando aceitá-la. Tem faltado no trabalho, por conta do mal-estar da gravidez, e demonstra preocupação com isso. O supervisor a tem pressionado, dizendo que talvez seja melhor ela se demitir. Fazia academia de ginástica 3 vezes por semana e parou por receio de fazer mal à criança. Está usando ácido fólico, sulfato ferroso e carbonato de cálcio. É a sua primeira gestação e não tem nenhuma comorbidade.
OBJETIVO: Idade gestacional de 12 semanas compatível com o primeiro USG feito com 8 semanas de gestação. Vacinação prévia: 3 doses de hepatite B, 3 doses com reforço de DPT, 3 doses da vacina de COVID-19 e influenza sazonal. PA de 102×60 mmHg. Ausculta (sonar): BCF presente. IMC de 24,2 kg/m2 . Exames de primeiro trimestre sem alterações significativas.
AVALIAÇÃO: Primigesta de risco habitual, no primeiro trimestre gestacional. Eutrofia, com risco nutricional pelos vômitos. Risco psicossocial.
Em relação ao PLANO para esta consulta, qual é a alternativa mais adequada?
Homem, 28 anos de idade, foi vítima de queda de motocicleta.
Na admissão intra-hospitalar, está consciente e estável
hemodinamicamente. Ao exame físico, tem deformidade da
coxa esquerda, com ausência de pulso distal, diminuição da
temperatura e palidez. Relata intensa dor no membro inferior
esquerdo. O exame radiológico pode ser observado na
imagem a seguir:
Assinale a alternativa que apresenta a melhor sequência de tratamento.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor sequência de tratamento.
Mulher, 65 anos de idade, refere empachamento pós-prandial
eventual. Nega epigastralgia, pirose, regurgitação, disfagia,
dor torácica ou náuseas. Ao exame físico, encontra-se em
bom estado geral, com IMC de 32 kg/m2
; abdome flácido e
indolor. Foi submetida a endoscopia digestiva alta que
identificou hérnia hiatal volumosa, com mucosa esofágica sem
alterações e pangastrite enantematosa leve. Na sequência,
realizou exame de radiografia contrastado do esôfago que
confirmou hérnia hiatal tipo III. Foi iniciado tratamento com
omeprazol e domperidona, com resolução do sintoma.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta para
esta paciente.