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Um paciente de 60 anos de idade, submetido a dilatação
endoscópica de estenose cáustica de esôfago, apresenta,
imediatamente após o procedimento, dor torácica aguda,
taquicardia, dispneia e enfisema subcutâneo cervical.
A tomografia torácica com contraste oral hidrossolúvel
confirma perfuração cervical de 2 cm, pneumomediastino
e pequeno derrame pleural bilateral, sem sinais de sepse.
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa perfuração esofágica cervical em paciente estável e sem sepse franca?
Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa perfuração esofágica cervical em paciente estável e sem sepse franca?
Um paciente de 40 anos de idade, transplantado renal há
5 anos em uso crônico de imunossupressores, apresenta
dor abdominal há 24h, iniciada na região periumbilical
e
migrada para o quadrante inferior direito (QID).
Ao exame, há dor à palpação profunda em QID, sem
sinal de descompressão brusca evidente, e febre branda
(37,8 °C). O hemograma revela leucocitose discreta
(11
000 /mm³). A ultrassonografia abdominal está
inconclusiva devido a ruído gasoso.
Considerando o risco aumentado de apresentação atípica e complicações em pacientes imunossuprimidos, qual é a próxima etapa diagnóstica mais apropriada para confirmar ou afastar o diagnóstico de apendicite aguda?
Considerando o risco aumentado de apresentação atípica e complicações em pacientes imunossuprimidos, qual é a próxima etapa diagnóstica mais apropriada para confirmar ou afastar o diagnóstico de apendicite aguda?
Paciente de 68 anos de idade, portador de gastrectomia
parcial com gastrojejunostomia em Billroth II realizada há
30 anos para úlcera péptica, apresenta adenocarcinoma
bem diferenciado no coto gástrico, T1b (submucosa), sem
linfonodos suspeitos na tomografia. Após Billroth II, o refluxo
duodenogástrico crônico provoca inflamação mucosal e
exposição a bile e enzimas pancreáticas, favorecendo
a carcinogênese por estresse oxidativo e formação de
nitrosaminas. A propedêutica incluiu endoscopia com
biópsia mapeada, avaliação de profundidade por EUS e
TC de abdome/pelve contrastada para estadiamento e
exclusão de metástases.
Nesse caso, qual é a abordagem cirúrgica com maior probabilidade de cura, levando em conta a fisiologia do remanescente gástrico, a necessidade de linfadenectomia adequada e os riscos de recorrência no coto?
Nesse caso, qual é a abordagem cirúrgica com maior probabilidade de cura, levando em conta a fisiologia do remanescente gástrico, a necessidade de linfadenectomia adequada e os riscos de recorrência no coto?
Um paciente de 48 anos de idade com acalasia esofágica
tipo II, confirmada por manometria de alta resolução,
tem recebido dilatações pneumáticas seriadas com
alívio apenas parcial e transitório dos sintomas. Está em
avaliação para miotomia de Heller laparoscópica com
fundoplicatura parcial.
Qual exame de imagem complementar é mais importante antes do procedimento e para quê?
Qual exame de imagem complementar é mais importante antes do procedimento e para quê?
Um paciente de 72 anos de idade, com insuficiência
renal crônica em hemodiálise e história de cardiopatia
isquêmica, foi admitido com hemorragia digestiva alta
maciça (hematêmese e melena). A endoscopia digestiva
alta de urgência identificou uma úlcera duodenal sangrante
com vaso visível (Forrest IIa). Após tentativa de hemostasia
endoscópica com injeção de adrenalina e clipagem, houve
ressangramento imediato. O paciente permanece instável,
mesmo com reposição volêmica agressiva e múltiplas
transfusões.
Diante de hemorragia recorrente e instabilidade hemodinâmica nesse contexto de alto risco, qual conduta é a mais apropriada nesse momento?
Diante de hemorragia recorrente e instabilidade hemodinâmica nesse contexto de alto risco, qual conduta é a mais apropriada nesse momento?