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Um paciente de 55 anos de idade, etilista crônico e usuário de AINEs em uso contínuo para dor articular, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa (“facada”), irradiando para o ombro direito, acompanhada de rigidez em tábua e ausência de ruídos hidroaéreos. Após reanimação e estabilização hemodinâmica, a radiografia de abdome em pé demonstra pneumoperitônio livre.
Qual é a conduta cirúrgica de urgência mais apropriada?
Paciente de 38 anos de idade, sem sintomas digestivos, submetido a EDA de rastreamento familiar (mãe com carcinoma gástrico). Identificada lesão submucosa gástrica de 3 cm no corpo, com redundância mucosa intacta. USE-Doppler evidenciou nódulo originário da muscularis propria, hipoecoico, homogêneo, vascularização moderada (fluxo ? 2 vasos), sem áreas císticas. Não há adenopatias paracardiais na TC abdominal. 
Qual é o diagnóstico mais provável e qual a conduta terapêutica inicial recomendada segundo as diretrizes mais recentes?
Um paciente de 70 anos de idade apresenta halitose, regurgitação de alimentos não digeridos e disfagia intermitente há 5 anos, com episódios de aspiração noturna e perda ponderal de 5 kg. No esofagograma baritado observa-se uma formação sacular posterior na região cervical (nível C5–C6), medindo 4 cm de diâmetro, comunicando-se com a parede posterior da faringe e apresentando retenção de contraste. A manometria esofágica de alta resolução documentou relaxamento incompleto do esfíncter cricofaríngeo, com padrão de motilidade hipocinética no corpo esofágico.
Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta cirúrgica de escolha? 
Um paciente de 68 anos de idade, tabagista e etilista crônico, foi diagnosticado com adenocarcinoma de esôfago distal (Siewert I) localizado a 3 cm da cárdia, com invasão até a camada muscular própria (T2) e sem acometimento linfonodal nas imagens iniciais (N0). Biópsia demonstrou grau de diferenciação intermediário. TC de tórax/abdome e PET-CT não revelaram metástases à distância (M0).
Considerando o estadiamento T2N0M0, qual a conduta terapêutica inicial mais recomendada, segundo as diretrizes atuais?
Um paciente de 58 anos de idade apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 3 anos, associada a regurgitação de alimentos não digeridos e perda ponderal de 8 kg. Refere também dor torácica ocasional. O esofagograma baritado revela dilatação esofágica acentuada com afilamento em “bico de pássaro” na cárdia e ausência de bolha gástrica.
Qual é o exame diagnóstico confirmatório mais preciso para a condição suspeita nesse paciente?